quinta-feira, 10 de março de 2011

ALPHAVILLE E TAMBORÉ : TRANSITO CAÓTICO.



Alphaville e Tamboré ganham obras que visam                             à fluidez do trânsito

 
 
A Secretaria de Obras da Prefeitura de Barueri está executando um pacote de intervenções viárias nos bairros de Alphaville e Tamboré com vistas à melhoria do tráfego na região de maior movimento da cidade. São obras de recapeamento, envolvendo outros serviços como troca de guias e sarjetas, drenagens nas principais vias dos dois bairros.
Entre a Rua da Prata  e a pista de cooper do Tietê, no Jardim  dos Camargos, as obras  são de alargamento
Entre a Rua da Prata e a pista de cooper do Tietê, no Jardim dos Camargos, as obras são de alargamento
Em Alphaville, os serviços foram concluídos em locais como a avenida Ipanema, no Dezoito do Forte, e alameda Amazonas; e estão sendo executados na alameda Rio Negro. Na sequência, os trabalhos serão realizados nos seguintes trechos de vias: estrada da Aldeinha, alameda Araguaia, em Alphaville; avenida Ceci e avenida Piramboia, no Tamboré.
Na alameda Tocantins, 280 metros após a ponte Antônio Macedo Arantes (sentido Alphaville), foi determinado pelo prefeito Gil Arantes (DEM) a execução de obras de alargamento e a implantação de um novo acesso viário. Com isso, o atual acesso será fechado e mais duas faixas serão criadas – uma com destino à alameda Rio Negro e outra para quem retornar à ponte ou seguir para as alamedas Juruá ou Araguaia. A obra está prevista para entrega até junho deste ano.

NOVO RETORNO PARA ACESSO A ALPHAVILLE
No Jardim dos Camargos, a Prefeitura de Barueri está construindo um retorno para o motorista que pretende acessar o bairro de Alphaville pela ponte Antonio Macedo Arantes. Com isso, o atual acesso à ponte será fechado. A obra também está prevista para término em junho deste ano. Soma 140 metros de extensão, terá novas faixas e está em execução entre a rua da Prata e o estacionamento ao lado do rio Tietê (sentido Hospital Municipal Dr. Francisco Moran).
A Prefeitura também retomou a construção da alça de acesso da rodovia Castello Branco, interligação do quilômetro 22,3 da autoestrada estadual com a avenida Sylvio Honório Álvares Penteado, no bairro Tamboré.
Entre o final de 2013 e o próximo ano, a Prefeitura de Barueri está prometendo encerrar ainda o alargamento da avenida Tucunaré, na interligação com a alameda Araguaia e avenida Sylvio Honório Álvares Penteado, e viaduto sobre a rodovia Castello Branco, km 22,3 (sentido São Paulo).
A partir do mês de outubro, a região contará ainda com outra importante obra: a futura ponte estaiada sobre o rio Tietê, denominada Akira Hashimoto. A obra irá ligar a rua General de Divisão Pedro Rodrigues da Silva, na Aldeia de Barueri, com a estrada da Aldeinha, em Alphaville. Somará 600 metros de extensão e terá sentido duplo.


 



Trem em Alphaville está na fase de projeto

Atualizado: 08/03/2013 01:01
Proposta deve se tornar realidade a partir de 2015

Da redação

Nesta semana a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) autorizou o consórcio Oficina Setec (composto pelas empresas Oficina Engenheiros Consultores Associados Ltda e Setec Hidrobrasileira Obras e Projetos Ltda) a elaborar projeto funcional e estudos de viabilidade para uma ligação da Linha 8-Diamante com a região de Alphaville - Ramal de Alphaville. A homologação e a assinatura do contrato para a ordem de serviço devem ocorrer em até 35 dias úteis, caso não haja entraves burocráticos.
A concorrência contou com a participação de outros dois consórcios: Sistran-Tetra (composto pelas empresas Sistran Engenharia Ltda. e Tetra Arquitetura e Projetos Ltda) e o Consórcio Pedro Taddei - F&T (composto pelas empresas Arquiteto Pedro Taddei e Associados Ltda - EPP e Fernandes & Terruggi Consultores Associados Ltda).
O estudo definirá a viabilidade técnica de implantação do ramal para atender Al­phaville e Tamboré, indicando o melhor sistema de operação. A contratada tem três propostas a serem estudadas para a região: o trem convencional, semelhante àquele que opera na região, o monotrilho (que funciona em pilares elevados) ou um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). No passado, a CPTM apresentou o projeto para implantação de monotrilho, que não foi aprovado pela Prefeitura de Barueri.
Embora a linha de trem seja uma promessa que se arrasta desde 2009, ainda não é definitivo. Depois de concluído o estudo, ele será apresentado aos prefeitos de Barueri e de Santana de Parnaíba.
Antes, a promessa inicial previa que o ramal de trem para a região entrasse em funcionamento em 2015. Ele seria viabilizado com recursos destinados à ampliação da linha 8-Diamante, que faz a ligação entre as estações Luz e Itapevi. Mas a última informação é que o ramal, após definido, só deverá sair do papel em 2015.
Dois tipos de conexão serão avaliados: um ramal partindo da cidade de Carapicuíba, conforme anunciado pelo governador Geraldo Alckmin no primeiro semestre deste ano, assim como um ramal a partir da estação Antônio João, que fica na Aldeia de Barueri. O estudo em fase de contratação também definirá as estações que atenderão a região.

FINALMENTE  !!

 

Três consórcios disputam linha de trem para Alpha

Atualizado: 28/09/2012 00:28
O processo de contratação deve se estender em pelo menos um mês

Simone Trino

Três consórcios se inscreveram para participar do processo de licitação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) que vai estudar o ramal de trem para Alphaville. De acordo com a companhia, par­ticipam os consórcios: Sistran-Tetra (composto pelas empresas Sistran Engenharia Ltda. e Tetra Arquitetura e Projetos Ltda.), Oficina Setec (Oficina Engenheiros e Consultores Associados Ltda. e Setec Hidrobrasileira Obras e Projetos Ltda.) e Pedro Tadeei-F&T (Arquiteto Pedro Taddei e Associados Ltda., EPP e Fernandes & Terrugi Consultores Associados Ltda.).
 Os consórcios já entregaram suas propostas, mas não há fases de julgamento, tendo em vista a complexidade de análise de cada proposta. No entanto, a CPTM estima que o julgamento se dará em até 10 dias úteis; a publicação do julgamento em um dia após a escolha, e prevê prazo legal de espera de recurso contra o resultado do julgamento publicado de até 5 dias úteis. Caso não ocorram recursos, a sessão pública para abertura dos envelopes se dará imediatamente, abrindo novo prazo de espera de recurso de 5 dias úteis, para então ocorrer o julgamento dos documentos de habilitação, o que deve ocorrer num prazo de 5 dias úteis.
A companhia é específica nos prazos, o que deve estender o processo de contratação em, pelo menos, um mês. Após a contratação, o estudo demora, em média, 10 meses para ser concluído.
O estudo definirá a viabilidade técnica de implantação do ramal para atender Al­phaville e Tamboré, indicando o melhor sistema de operação. A contratada tem três propostas a serem estudadas para a região: o trem convencional, semelhante àquele que opera na região, o monotrilho (que funciona em pilares elevados) ou um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). No passado, a CPTM apresentou o projeto para implantação de monotrilho, que não foi aprovado pela Prefeitura de Barueri.
Prazos divergentes
Embora a linha de trem seja uma promessa que se arrasta desde 2009, ainda não é definitivo. Depois de concluído o estudo, ele será apresentado aos prefeitos de Barueri e de Santana de Parnaíba.
Antes, a promessa inicial previa que o ramal de trem para a região entrasse em funcionamento em 2015. Ele seria viabilizado com recursos destinados à ampliação da linha 8-Diamante, que faz a ligação entre a Luz e Itapevi. Mas a última informação é que o ramal, após definido, só deverá sair do papel em 2015.
Dois tipos de conexão serão avaliados: um ramal partindo da cidade de Carapicuíba, conforme anunciado pelo governador Geraldo Alckmin no primeiro semestre deste ano, assim como um ramal a partir da estação Antônio João, que fica na Aldeia de Barueri. O estudo em fase de contratação também definirá as estações que atenderão a região. 

Trânsito: autuações chegam a 75 por dia em Alphaville e Tamboré

Atualizado: 14/09/2012 01:56
Trânsito e falta de lugar para estacionar são os problemas de excesso de veículos

Simone Trino

Com uma população flutu­ante estimada em 200 mil pessoas/dia, Alphaville sofre diariamente com congestionamentos. Algumas medidas foram adotadas pelas prefeituras de Barueri e de Santana de Parnaíba, entre elas a implantação de semáforos, mas não foram suficientes para conter os problemas originados pelo excesso de veículos: trânsito e falta de lugar para estacionar.
Independentemente de quem sejam os prefeitos eleitos em outubro, eles terão essas demandas para resolver e, assim, devolver a tranquilidade, marca registrada no bairro em vários pontos do estado e até do país.
Atualmente, as ações dos agentes de trânsito procuram minimizar o impacto do recebimento diário de tantos veículos para a mesma malha viária prevista anos atrás.
Uma das grandes dificuldades – até mesmo dos agentes – está em organizar o trânsito o fluxo e impedir que os motoristas transformem todo e qualquer lugar em estacionamento. O desafio é grande. Por mais que sejam emitidas autuações, as infrações continuam. E, nesse período eleitoral, agravadas pelos políticos que querem dar visibilidade à candidatura: eles estacionam carros adesivados em vários pontos e atrapalham o fluxo e a mobilidade.
Alguns locais de Alphaville e Tamboré têm problemas crônicos de estacionamento. Na avenida Alphaville, por exemplo, há tempos um terreno desocupado foi transformado em estacionamento.
Os motoristas fazem verdadeiros malabarismos para garantir um espaço. Os veículos ficam praticamente pendurados no barranco. Nas proximidades, nem mesmo os canteiros centrais são respeitados. Se um carro se arrisca em parar, logo ganha outros companheiros. Não demora nada para formar uma fila sobre o canteiro central.
Na região do 18 do Forte, onde há obras da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e de inúmeros empreendimentos, os motoristas também encontram dificuldades para estacionar. Quer dizer, apenas os motoristas que cumprem as leis encontram dificuldades, porque lá a reportagem da Folha de Alphaville flagrou veículos sobre as calçadas e em paradas de ônibus, em total desrespeito ao cidadão e aos demais motoristas, já que a via fica estreita e dificulta a passagem de caminhões, por exemplo.
Na região da Via Parque, Dib Sauaia e estrada da Aldeinha também são encontrados abusos. Os canteiros laterais viraram estacionamento há tempos, até de caminhões. Ali também é fácil flagrar motoristas estacionados em paradas de ônibus.
Na alameda Xingu foram os motociclistas que invadiram o canteiro lateral e o transformaram em um estacionamento. Embora as motos estejam posicionadas lado a lado, esse tipo de postura só faz com que outros sigam o mesmo caminho. E a continuar assim, a situação fica incontrolável e insustentável.

Multas
Como os problemas de estacionamento irregular estão mais concentrados na região pertencente a Barueri, a reportagem solicitou o levantamento das autuações de trânsito. Entre janeiro e agosto deste ano, os agentes do Demutran (Departamento Municipal de Trânsito) emitiram 17.976 multas em Alphaville e Tamboré.
De acordo com o órgão, as autuações mais frequentes são: estacionar em desacordo com a regulamentação – estacionamento rotativo; estacionar em local/horário proibido especificamente pela sinalização; e executar operação de conversão em local proibido.
As autuações equivalem a mais de 2 mil multas por mês ou quase 75 por dia. A multa, de acordo com especialistas, é a melhor forma de reeducar o motorista. O ideal também é que venha acompanhada de campanhas de conscientização.
Em carta à redação, morador de Alphaville, que prefere ser identificado como Alfredo, chama a atenção também para o fato dos motoristas estarem estacionamento muito colado um ao outro, o que dificulta o tráfego de pedestres. De acordo com ele, como os motoristas ocupam, inclusive, calçadas, as pessoas idosas, gestantes ou mães com carrinhos de bebês são forçados a andar pelas ruas. Andei fazendo uma análise e entendi que não há entre estes motoristas, algum senso de culpa ou sentimento de fazer algo errado ou do tipo irreverente. Trata-se de pura ignorância. Ignorância às leis e desrespeito às pessoas”, diz.




Novo acesso a Alphaville sai neste ano

Atualizado: 15/03/2012 23:37



Alça a ser construída faz parte do novo complexo viário do Tamboré











FOLHA DE ALPHAVILLE - Da redação


A Prefeitura de Barueri deve entregar no segundo semestre deste ano a nova alça de acesso da rodovia Castello Branco, desde o km 22,5, aos bairros de Tamboré e Alphaville. A interligação começa na avenida Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues e segue pela nova avenida Sylvio Honório Penteado e desemboca na alameda Araguaia. A previsão é que as obras entrem em ritmo acelerado a partir de abril.

A alça faz parte do novo complexo viário do Tamboré, que será complementado com mais duas etapas: um viaduto sobre a rodovia Castello Branco e outro sobre a alameda Araguaia, ligando a avenida Sylvio Honório Penteado com a avenida Tucunaré.

O primeiro viaduto terá saída do bairro Tamboré, sentido São Paulo, a partir também da avenida Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues e da avenida Sylvio Honório Penteado. O processo de licitação dessa obra deve ficar pronto no segundo semestre deste ano, com previsão de término para 2013. Já o segundo ainda está em fase de estudos.

Ambas as obras são compromissos assumidos pelo prefeito Rubens Furlan e serão realizadas com recursos próprios da prefeitura e apoio da CCR Viaoeste, responsável apenas pelos projetos, e do governo do estado, por intermédio da Artesp (Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo).

O complexo viário tem como objetivo garantir maior fluidez ao tráfego, evitando congestionamentos em Alphaville e Tamboré, refletindo nas principais vias como as alamedas Araguaia e Rio Negro e a avenida Piracema. “São obras importantíssimas. Estou fazendo o possível para que a região de Alphaville e Tamboré cresça sem problemas”, ressalta o prefeito Rubens Furlan.

Histórico

Desde 2005, o programa “Alphaville Trânsito Melhor” (ATM) realiza obras para desafogar o intenso e crescente tráfego de veículos na região. Acompanhe:

2005 - Remodelação da alameda Araguaia e avenida Piracema e viaduto da avenida Ceci sobre o rodoanel Mário Covas;

2006 - Via Parque, extensão da alameda Andrômeda até alameda Araguaia, com ligação à avenida Doutor Dib Sauaia Neto, em Alphaville;

2008 - Complementação do prolongamento da avenida Pirambóia, entre Alphaville e Tamboré, com extensão até a divisa com Osasco.

2009 - Implantação da 3ª faixa da avenida Alphaville, trecho da alameda Mamoré (próximo ao Residencial 2) até a alameda Andrômeda; passarela “estaiada” na alameda Rio Negro, em Al­phaville, e passarela metálica da avenida Piracema, em frente ao Shopping Tamboré;

2011 - Passagem subterrânea da alameda Rio Negro, dando acesso à praça Oiapoque e à Gruta (Igreja Nossa de Lourdes); e reconfiguração da rotatória da alameda Mamoré com a alameda Rio Negro, em frente ao Residencial 1, em Alphaville.

Atualmente em andamento - Ponte sobre o Rio Tietê, para entrega neste ano, ligando a rua General de Divisão Pedro Rodrigues da Silva com a estrada da Aldeinha, em Alphaville.



ATUALIZADO EM 12 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Chuva de granizo complica trânsito em Alphaville

As fortes chuvas desta quinta-feira voltaram a alagar a avenida Piracema, embaixo do viaduto da rodovia Castello Branco, refletindo até no cruzamento da via com a alameda Araguaia. A água atingiu mais de um metro de altura e arrastou veículos, complicando bastante o trânsito na região.

Alguns motoristas foram forçados a sair do carro e enfrentar a chuva. Outros tiveram de ter boa dose de paciência para aguardar o tráfego fluir novamente, o que demorou aproximadamente uma hora após o início das chuvas, por volta das 17h30.

Após as 18h30, quando a chuva deu uma trégua, a água acumulada teve vazão rápida, mas deixou um rastro de lama e sujeira pelo caminho. Esse trecho no Tamboré sempre foi complicado. O prefeito de Barueri, Rubens Furlan, disse, durante entrevista a TV Alphaville, que estuda uma parceria com a concessionária Viaoeste para realização de obras no local, as quais deverão eliminar esses alagamentos. De acordo com ele, a parceria já está acertada, falta o projeto. As obras, ainda segundo o prefeito, exigirão investimentos de aproximadamente R$ 20 milhões.

Além do alagamento no Tamboré, Barueri também registrou chuva de granizo no bairro de Alphaville, por volta das 17h30. De acordo com a Defesa Civil da Prefeitura de Barueri, na alameda Xingu, uma árvore caiu sobre um carro estacionado na via. O Corpo de Bombeiros, que atendeu a ocorrência, informou que uma pessoa ficou ferida. A árvore também partiu a fiação elétrica da rua, a qual foi restabelecida por equipes da AES-Eletropaulo.

Há também relatos sobre a queda de uma árvore no residencial Alphaville 11, em Santana de Parnaíba. Nesta sexta, o sol volta a aparecer, com possibilidades de chuva no final da tarde.
Fonte: Folha de Alphaville


ATUALIZADO EM 17 de outubro de 2011.

Barueri: Segunda-feira (17) começa restrição a caminhões por Alphaville e Tamboré
outubro 14, 2011



14/10/2011«-»» Segunda-feira (17) começa restrição a caminhões por Alphaville e Tamboré Caminhões não poderão trafegar por Alphaville e Tamboré entre 17 e 20 horas

A partir de segunda-feira, 17, caminhões não poderão circular pelas principais vias de Alphaville e Tamboré no horário de pico da tarde. A restrição foi regulamentada pelo decreto municipal 7.213, de 4 de outubro.

De acordo com a legislação, os caminhões estão proibidos de circular, entre 17 e 20 horas, em ambos os sentidos das alamedas Mamoré, Purus, Rio Negro e Araguaia (trecho entre as avenidas Doutor Dib Sauaia Neto e Piracema) e das avenidas Aruanã e Piracema. A proibição vale de segunda a sexta-feira, pelo período experimental de três meses.

A restrição será fiscalizada pelo Demutran (Departamento Municipal de Trânsito), que planejou a medida e espera aumentar a fluidez do trânsito na região, com a retirada de aproximadamente 2.800 caminhões das vias no horário da proibição.

Secretaria de Comunicação Social



ATUALIZANDO EM 30 DE SETEMBRO DE 2011.

Trânsito para, de novo, em Alphaville
Atualizado: 30/09/2011 00:35


O trânsito voltou a ficar complicado nos dois bairros nos últimos dias

Simone Trino

As medidas adotadas pela Prefeitura de Barueri para minimizar os congestionamentos em Alphaville e Tamboré – implantação de semáforos, reformulação do traçado de algumas alamedas e avenidas, reconfiguração de rotatórias, implantação de vagas específicas para embarque e desembarque de fretados, retirada de lombadas – não estão mais surtindo os efeitos desejados. O trânsito voltou a ficar complicado nos bairros nos últimos dias.

O coordenador do Demutran (Departamento Municipal de Trânsito), coronel Edson Orrin, disse que está acompanhando os congestionamentos diários. De acordo com ele, na noite de terça-feira, 27, quando o trânsito travou, houve um acidente com vítima na ponte de ligação com a cidade de Carapicuíba, o que refletiu diretamente em Tamboré e Alphaville, por conta da avenida Piracema, utilizada como saída pela maioria dos trabalhadores.

“Tudo o que acontece no Rodoanel, ponte de Carapicuíba ou na rodovia Castello Branco se reflete no trânsito de Alphaville”, avalia. Orrin disse ainda que novas medidas serão adotadas pela prefeitura. “Estamos no processo de finalização da contratação da empresa especializada em soluções para o trânsito. Acredito que na próxima semana a empresa já esteja trabalhando, fazendo a contagem de veículos e a verificação dos pontos críticos, para apresentar as soluções.”

Orrin lembrou que os semáforos foram instalados em abril. “Tivemos uma sensível melhora nos congestionamentos. Conseguimos reduzi-los em uma hora no horário de rush da noite. No entanto, essa melhora fez com que outros motoristas se animassem em tirar os carros da garagem. Não fizemos a contagem, mas é possível perceber que há um número maior de veículos nas ruas.”

O coordenador não está muito errado. Em uma contagem feita pela equipe da Folha de Alphaville foi possível constatar que de cada 10 veículos que transitam pela Araguaia no horário de rush da tarde, apenas dois carregavam passageiros. Quanto ao aumento do número de carros nas ruas, é possível constatar pelos locais escolhidos como estacionamento: terrenos desocupados e gramados.

Lógico que não se pode culpar apenas os motoristas que não adotaram a carona solidária. O trânsito é reflexo do desenvolvimento, observado com a chegada de novos empreendimentos corporativos e residenciais, que trazem a galope, mais moradores, mais trabalhadores, mais veículos, incluindo-se aí fretados, carros de passeio, motos e caminhões.

A situação, no entanto, para o coordenador do Demutran tem solução. “Há muito o que fazer. Temos os novos acessos, que serão construídos pela prefeitura, e dependem de autorização da Artesp [Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo], a restrição de circulação dos caminhões no horário de rush da tarde [que entra em vigor no dia 17 de outubro] e também estamos discutindo outras alternativas”, garante.

Orrin disse que o único assunto ainda não discutido refere-se à implantação do rodízio de veículos nos bairros. “Podemos, sim, criar bolsões no Tamboré para absorver os veículos, já que muitos ficam nas ruas e perdemos faixas de rolamento.” De acordo com ele, a prefeitura está atenta aos congestionamentos e disposta a promover as mudanças e investimentos necessários para minimizar os problemas.

Pontos críticos

A implantação de semáforos garantiu maior trafegabilidade a alameda Rio Negro, mas complicou o trânsito na alameda Mamoré, principalmente para os motoristas que saem da Paiol Velho e tentam acessar a avenida Alphaville.

Também há outros pontos críticos, como a ligação entre a alameda Araguaia, a Via Parque e a Dib Sauaia Neto. A rota que era alternativa à alameda Rio Negro está praticamente satura­da, exigindo não só paciência como habilidade do motorista, já que o tráfego naquela região parece dar um nó, dificultando até a atuação do agente de trânsito escalado para o local.

Outro ponto crítico é a Araguaia, que tem várias interferências. Primeiro, as paradas de ônibus, uma vez que vários motoristas insistem em formar fila dupla, prejudicando o tráfego de veículos. Nas proximidades do shopping, há três interferências: o retorno, a parada de ônibus e o acesso ao estacionamento do shopping. Naquele trecho, o motorista também precisa de paciência.

No sentido contrário, os motoristas encontram dificuldades na Paiol Velho, Mamoré e avenida Alphaville. Para quem sai de Santana de Parnaíba e segue para Barueri, o tráfego também é moroso, por conta dos semáforos e das rotatórias, que exigem que todos desacelerem.

Já a avenida Tamboré, criada como novo acesso aos bairros, retirou 35% do tráfego da Rio Negro, mas tem despejado parte dele na alameda Araguaia, já que a maioria dos motoristas vêm até o cruzamento e acessam a Araguaia. Para evitar essa sub-utilização, a prefeitura não descarta a possibilidade de impedir o acesso a Araguaia, principalmente em direção ao Centro Comercial Alphaville.

Mas esses pontos não são novidades para ninguém. As redes sociais são utilizadas pelos moradores para criticar a falta de investimentos no setor ou uma política de ocupação do solo, que não acarrete mais problemas.

Todos os dias, eles fazem comentários, postam fotos, cobram as administrações públicas de Barueri e de Santana de Parnaíba. No Facebook, há duas comunidades: Desenvolvimento Sustentável Alphaville e Trânsito Alphaville, ambas com participação livre. Os moradores transformaram as duas comunidades em verdadeiros fóruns de discussão.
OPINIÃO DO EDITOR :

Os dois municípios que sediam ALPHAVILLE , BARUERI e SANTANA DE PARNAÍBA,
tem verbas suficientes para resolver o assunto .

1 ) NECESSÁRIO FAZER SAÍDA ESPECÍFICA PARA CARAPÍCUIBA,.

2 ) ELIMINAR AQUÊLE GARGALO NA PIRACEMA E EMBAIXO DA CASTELLO .

3 ) CRIAR VIA ESPECÍFICA DE SAÍDA DAS CARRETAS E CAMINHÕES E NORMATIZAR

SAÍDA PARA O JARDIM MUTINGA OU MARGINAL DO TIETE NOS LIMITES

DO MUNICIPIO.

4 ) FAZER MINHOCÃO SOBRE O CORREGO DA ARUANÃ , PASSANDO POR CIMA DA

CASTELLO E LEVANDO O TRANSITO DIRETO NA CASTELLO.

5 ) DAR CONTINUIDADE À NOVA AVENIDA QUE SAI DEFRONTE DO WALL MART,

CRIANDO VIADUTO PARA LEVAR O TRANSITO NO SENTIDO DE CARAPÍCUIBA.

6 ) CRIAR METRO DE CARAPÍCUIBA À RIO NEGRO, PARA TIRAR AUTOMÓVEIS

ORIUNDOS DESTE E OUTROS MUNICIPIOS DA REGIÃO.







ATUALIZANDO EM 09 DE SETEMBRO DE 2011.

Alphaville deve ganhar linha da CPTM após 2015
Atualizado: 08/09/2011 23:50

Companhia ainda vai realizar projeto e definir as estações a serem implantadas

Da redação - FOLHA DE ALPHAVILLE.

Depois de anunciar o trem expresso entre Barueri e Pinheiros, que reduzirá o trajeto em 15 minutos, o governo do estado arrasta o projeto, que prevê uma linha de trem para Alphaville, para o ano de 2015. Antes, havia um projeto em estudo pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para que o ramal chegasse em 2012.

De acordo com a CPTM, o projeto Expresso Oeste-Sul terá um traçado paralelo às linhas 8-Diamante (Júlio Prestes-Itapevi) e 9-Esmeralda (Osasco-Grajáu), no trecho entre as estações Barueri (linha 8-Diamante) e Pinheiros (localizada na linha 9-Esmeralda), com paradas em Osasco e Carapicuíba.

A distância prevista é de 20,8 km, num percurso percorrido em 18 minutos. A demanda estimada é de cerca de 220 mil passageiros por dia. O custo da passagem para o Expresso Oeste-Sul deverá ser o mesmo de todo o sistema, hoje R$ 2,90, assim como já praticado em outro serviço expresso implantado na linha 11-Coral, o Expresso Leste. O custo inicial do investimento está estimado em R$ 808 milhões. A previsão é de que as obras tenham início em 2013 e sejam concluídas no final de 2015.

Em relação à extensão da Linha 8-Diamante até Alphaville, a CPTM estuda a implantação desse serviço ligando os municípios de Barueri e Carapicuíba. A previsão é contratar, até 2012, o projeto funcional, que dará as diretrizes de traçado, valores estimados para o empreendimento e localização das estações. Após a conclusão desse estudo, serão contratados os projetos básico e executivo.

A expectativa é que esse serviço entre em operação após 2015. Ou seja, se for depender apenas do investimento em transporte público, os moradores de Alphaville e Tamboré terão de conviver mais quatro anos, por baixo, com os congestionamentos diários.

O investimento em transporte público de qualidade é apontado por especialistas como um das alternativas para reduzir os congestionamentos e o número de veículos nas ruas. Na região, as prefeituras de Barueri e de Santana de Parnaíba têm realizado ações, alterado traçados e implantado semáforos para reordenar o tráfego, mas as medidas ainda não tiveram impacto direto nos congestionamentos, que têm, inclusive, atrapalhado estudantes, os quais não conseguem chegar todos os dias no horário de entrada.

A Prefeitura de Barueri informa que faz o acompanhamento e que registrou uma redução no horário de rush do final do dia. “Antes os congestionamentos iam até as 20h ou 20h30, agora, o trânsito fica melhor por volta das 19h30”, disse o secretário de Assuntos de Segurança, Edson Santos, responsável pelo Demutran (Departamento Municipal de Trânsito). No entanto, alguns moradores alertam que os congestionamentos estão começando mais cedo. “Atualmente, às 16h, você já encontra as ruas lotadas e o tráfego bastante lento”, alerta Diógenes Mendes.







ATUALIZADO EM 17 DE JUNHO DE 2011

MP quer uma solução regional para o trânsitoAtualizado: 17/06/2011 00:06

Cidades deverão ter uma agenda, com reuniões periódicas para discutir projetos
Simone Trino


O Ministério Público, representado pelo promotor público Marcos Mendes Lyra, da Comarca de Barueri, quer a união entre as sete cidades: Osasco, Carapicuíba, Barueri, Jandira, Itapevi, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus para discutir e encontrar alternativas para o trânsito, que impacta todas elas e também a rodovia Castello Branco e o Rodoanel Mário Covas.
Para tanto, Marcos Lyra sugeriu a criação de uma agenda, com reuniões periódicas, para inserção de projetos de interesse dos municípios. “É importante a região ter uma estratégia de compatibilizar entendimentos e ver de que maneira pode se buscar auxílio dos governos estadual e federal. É interessante tentar uma cultura de discussão, de compartilhar ideias, ter essa preocupação de somar esforços”, disse o promotor.
A intenção, com as reuniões e apresentação de projetos, é viabilizar um Plano Diretor Regional. Isso significa que, caso alguns projetos não sejam concretizados na administração atual, os futuros prefeitos teriam o compromisso de dar continuidade às obras, que visam somente atender à crescente demanda, seja populacional ou de novas empresas e empreendimentos que chegam à região oeste.
O passo para a formalização desta união regional aconteceu no final do mês de maio, quando o Ministério Público reuniu-se com representantes das prefeituras da região. Embora todas as cidades tenham sido convidadas, participaram representantes de Osasco, Jandira, Pirapora e de Barueri, cidade que sediou o encontro. A próxima reunião das cidades está marcada para o dia 30 de junho.
Para o secretário de Planejamento e Controle Urbanístico de Barueri, Nilton de Souza, a iniciativa é bastante válida. “O trânsito registrado em Barueri, atualmente, não é fruto só da cidade. Recebemos uma frota a mais por dia. Temos dez ligações, que trazem o trânsito para a cidade, mas esse mesmo fluxo volta ao seu local de origem. Isso quer dizer que Barueri enfrenta problemas, assim como as cidades vizinhas. Por isso, o ideal é que discutamos as ações conjuntamente, pois vivemos numa região onde as cidades estão ligadas umas as outras”, disse.
Nilton disse ainda que a discussão sobre o impacto no trânsito em Barueri teve início no ano passado. “Há seis meses tenho me reunido com o promotor público Marcos Lyra, para discutir os projetos estudados pela prefeitura”, explicou. Desde então, várias alternativas foram levantadas, como a implantação de metrô de superfície, bolsão de estacionamento em Carapicuíba, com interligação com os bairros de Alphaville e Tamboré, por intermédio de circulares, expansão de avenidas, entre outros.
Como Barueri e Santana de Parnaíba vivenciam a mesma expansão, crescimento populacional e também a atração de empreendimentos corporativos e residenciais, além da implantação de novas empresas, é natural que o trânsito de uma impacte na outra. O prefeito de Santana de Parnaíba, Silvinho Peccioli, também aprova a discussão conjunta. “Estamos numa região metropolitana, onde as cidades formam um único bloco. Para o transporte coletivo, por exemplo, o encaminhamento deve ser feito de modo a abranger todas as cidades. Na questão do trânsito, também. Precisamos que toda a região se desenvolva de forma única, trace um caminho único de crescimento”, disse.


ATUALIZADO EM 21 DE MAIO DE @011.

Metrô para Alphaville fica só na promessa
Atualizado: 19/05/2011 23:18

Projeto foi estudado pela CPTM, mas não avançou nada depois de concluído

Simone Trino


Embora exista um estudo, realizado pela CPTM (Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos) sobre a implantação de um ramal de metrô em Alphaville, a promessa não deve sair do papel. A companhia realizou um estudo para a elaboração de um projeto de transporte não-poluente de média capacidade para ligar a linha 8-Diamante (Júlio Prestes/Itapevi) ao bairro. O relatório deste estudo seria concluído no final do ano passado.

Ao visitar Barueri no último dia 10, o governador Geraldo Alckmin desconversou quando questionado sobre o assunto. Alckmin disse estar em seus planos mais investimentos em trens e metrô, mas não mencionou se esse plano de expansão atinge o bairro. “Todos os investimentos serão em trem e metrô, com novas composições para ofertar maior conforto e diminuição do intervalo entre as viagens. Faremos uma forte expansão nessa área”, disse.

O governador ainda enumerou os investimentos, como a reforma de várias estações da CPTM, as quais terão maior acessibilidade e também a compra de novas composições, num total de 50, formadas com oito carros cada uma, todas equipadas com ar condicionado e câmeras de vídeo. Aliás, Alckmin prometeu retornar a Barueri em junho, quando deverá inaugurar oficialmente a estação da CPTM na região central. “Quem tomar o trem na estação Barueri, poderá fazer a integração com o metrô no bairro de Pinheiros”, informou.

A instalação de um ramal de metrô em Alphaville está na pauta do prefeito de Barueri, Rubens Furlan. Ele considera o investimento extremamente necessário para atender à demanda do transporte público de qualidade na região. Sua proposta é investir na estação Antônio João, que fica na Aldeia de Barueri, e dali criar um sistema de transporte que faça a ligação com Alphaville e Tamboré.

Na Aldeia, de acordo com Furlan, há espaço para a construção de uma estação mais ampla, com total acessibilidade, e um estacionamento para atender veículos de passeio e também para o estacionamento de ônibus, que fariam a interligação entre os bairros. “Vou conversar com o governador sobre o projeto de metrô”, disse.

O projeto

Caso Alphaville seja contemplado, a intenção é implantar um sistema de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ele tem categoria de metrô. O ramal estudado integraria o projeto de expansão e melhoria do transporte sobre trilhos desenvolvido pelo governo do estado, envolvendo o Metrô e a CPTM. A quantidade de estações e o tipo de financiamento para sua implantação seriam definidos pelo estudo, concluído em dezembro pela CPTM


ATUALIZADO EM 20 DE MAIO DE 2011.

Preços nos estacionamentos variam em até 233%






Atualizado: 19/05/2011 23:24

Vagas não são suficientes para demanda de mais de 90 mil carros por dia

Simone Trino


Lotado. Nem é preciso dizer que a oferta de vagas nos estacionamentos particulares de Alphaville é insuficiente para atender à demanda de mais de 90 mil carros por dia. Isso sem colocar na conta, a frota de Barueri, que chega a 130 mil carros. O jeito é perder muito tempo procurando vaga, parar a muitos quarteirões de distância do local de destino ou recorrer aos estacionamentos particulares.

O fato é que os particulares aproveitam essa situação para praticar preços cada vez mais salgados. A diferença entre um estabelecimento e outro chega a 233% quando o assunto é a contratação de vaga como mensalista. Um absur­do, já que dá para pagar por duas vagas, se o motorista conseguir uma no particular mais barato.

A procura por vagas acaba sendo um desgaste diário para quem não contrata particular. É o caso do publicitário Carlos Henrique, 29 anos. “Cada dia paro o carro em um lugar. Às vezes até esqueço onde o escondi”, brinca. O publicitário diz que até poderia utilizar o transporte público, mas teme a falta de cumprimento de horário. “Não posso ficar à mercê de um serviço que não funciona adequadamente, como não posso desembolsar o valor pedido pelos estacionamentos particulares”, diz.

Mesma situação vive Patrícia Medeiros, secretária. “Só posso vir de carro. Caso contrário não consigo chegar à faculdade. Atualmente, não tenho como pagar o estacionamento e a faculdade. Acabaria com o meu orçamento, então chego mais de uma hora antes do horário de trabalho para procurar vaga, e a cada dia a situação fica pior”, confessa.

Uma alternativa para quem quer fugir do desgaste de procurar uma vaga ou economizar é a carona solidária, que pode representar uma válvula de escape para motoristas que tentam se livrar dessa rotina. “Se adotado em grande escala, o sistema contribuiria muito. A cada três motoristas que fizessem o revezamento, por exemplo, seriam duas vagas a mais na mesma região”, ressalta Maria do Carmo Gregório.

A opinião é compartilhada pelo economista Antônio Ribeiro Silva. "” gente convive com outras pessoas que passam por isso e é comum ouvir reclamações. Para quem mora próximo, acredito que seja a melhor solução”, avalia. Antônio conta que, na semana passada, chegou a rodar mais de meia hora e, ainda assim, teve de parar muito distante do escritório. Além disso, nas últimas duas semanas, ele foi multado por estacionar em local proibido.




ATUALIZANDO EM 06 MAIO / 2011.

Passeata reúne mais de 500 pessoas em Alphaville
Atualizado: 06/05/2011 01:34








Grupo quer plano para autorizar novos empreendimentos em Alpha e Tamboré

Nanci Dainezi - Fôlha de Alphaville.


A mobilização que começou pela rede social Facebook tomou vulto nesta quinta-feira, 5 de maio. A concentração foi marcada para às 17h30 no início da alameda Rio Negro.Timidamente, moradores da região foram chegando curiosos e até um pouco descrentes do movimento até que uma multidão munida de apitos, narizes de palhaço, bandeiras do Brasil e faixas de protesto se formou.

Um caminhão de som completou o cenário apropriado para o início da passeata. Estranhamente poucos carros vindos da capital passavam no local naquele momento. Muitos diziam que o trânsito da rodovia Castello Branco havia sido desviado para outra entrada por conta da manifestação.

A faixa direita da alameda Rio Negro foi interditada e a caminhada teve início pouco mais de 19h. Com apoio do Demutran, da AREA (Associação Residencial e Empresarial Alphaville), da Defesa Civil e da Polícia Militar, os manifestantes seguiram em direção ao residencial Alphaville 1, percorrendo toda a Rio Negro e virando à direita na alameda Mamoré. Foi uma passeata pacífica e bem organizada, que teve como objetivo formar um grupo de moradores interessados em dialogar com a prefeitura municipal, para encontrar soluções viáveis, que proporcionem melhorias na circulação de veículos na região.

O protesto foi realizado em função das péssimas condições do trânsito nos horários de pico. Muitos apontam também os muitos empreendimentos já instalados e outros em fase de construção como grandes geradores de congestionamento.

Segundo os organizadores, esta foi a primeira das muitas passeatas que pretendem realizar. Eles querem reinvindicar às autoridades um crescimento mais sustentável da região, sem tantos impactos à qualidade de vida que sempre foi o maior atrativo de Alphaville.

O engenheiro Sílvio Figueiredo, que mora há 16 aos no bairro, diz que atualmente leva de 40 minutos a uma hora para chegar do residencial 10, onde mora, até a saída da Castello. “Não sou contra o crescimento da região, desde que ele tenha estruturas sustentáveis e não desvalorize os imóveis daqui. Vim para cá para ter qualidade de vida e espero competência das autoridades para que essa qualidade permaneça”, declarou.

O pecuarista Gilvan Santana Lopes, morador da alameda Grajaú, afirmou que está muito preocupado com o caos do trânsito. “A sinalização colocada piorou a situação. Buzinei no farol outro dia e levei uma multa, um absurdo! Daqui a pouco teremos assaltos nos congestionamentos e pedintes no farol”, disse.

Maria Carmem Fernandes, advogada e moradora do residencial 5, acredita que a liberação de empreendimentos e a falta de planejamento das prefeituras de Barueri e de Santana de Parnaíba são os maiores culpados pelo trânsito.

“O progresso desordenado faz com que muitas ruas e praças sejam diminuidas, dificultando a passagem dos veículos. Existem inúmeros prédios com alvará liberado sendo construídos. Como pode? Isso é falta de planejamento. Precisamos rever esses projetos”, arremata.

http://folhadealphaville.uol.com.br/artigo/?id=11675
ATUALIZANDO EM 30 / MARÇO / 2011 .

ALPHAVILLE TERÁ SISTEMA DE SEMÁFOROS.
terça-feira, 29 de março de 2011

A conteceu na segunda-feira, 21, a reunião entre técnicos da Prefeitura de Barueri e a Brascontrol, empresa contratada para efetuar um estudo e apresentar alternativas ao trânsito do bairro de Alphaville e Tamboré.

A Brascontrol sugeriu a implantação de sistema semafórico em quatro pontos do bairro, para garantir maior fluidez: rotatória do Residencial 1 e nos cruzamentos da alameda Mamoré com a avenida Alphaville; alameda Purus com alameda Madeira; e alameda Tocantins com a alameda Rio Negro.

O secretário de Assuntos de Segurança, Edson Santos, responsável pelo Demutran (Departamento Municipal de Trânsito), disse que a medida deverá organizar o fluxo e aumentar a fluidez, já que nesses pontos, muitos motoristas fecham uma das vias para ter acesso a outra. “Hoje, o cruzamento da Tocantins com a Rio Negro recebe, em média, 3.6 mil veículos por hora. Com os semáforos, essa vazão aumenta para 5 mil veículos/hora”, explicou.

Além da ampliação dos semáforos pelo bairro, o estudo também sugere a recontagem de tempo do semáforo instalado no cruzamento da avenida Piracema com a alameda Araguaia. Isso porque, ali, há um privilégio para quem está na Piracema, que fica congestionada pelo número de veículos e também como reflexo de Carapicuíba.

As mudanças serão implantadas até o dia 30 de abril. Os semáforos serão inteligentes, permitindo que agentes de trânsito façam mudanças para atender à demanda local. “Às vezes, há uma inversão no trânsito, então, os agentes farão o monitoramento e manterão os semáforos de acordo com a demanda”, disse o secretário.

Ele informou ainda que a Brascontrol irá apresentar a segunda parte do estudo, que é justamente do trânsito formado por quem seque para Carapicuíba, no dia 12 de abril. “A partir dele faremos novas alterações”, antecipou.

O secretário ressaltou que essas mudanças vão se somar aos investimentos da administração pública. “O prefeito Rubens Furlan já anunciou que irá construir o novo viaduto de acesso à rodovia Castello Branco. As obras devem começar em dois meses. Ele ainda quer construir um sistema viário a partir da Tucunaré. Isso permitirá que o trânsito de Santana de Parnaíba seja desviado para a Tucunaré e tenha acesso direto à Castello, sem passar pelo entorno do Centro Comercial, como Rio Negro e Araguaia”.

Para ele, essas mudanças vão aliviar bastante o trânsito intenso de Alphaville e Tamboré. Com relação ao rodízio de caminhão, também em estudo, não será implantado de imediato. “Vamos ver como fica o trânsito”, disse.

Fonte: Folha de Alphaville

Esta notícia foi publicada em terça-feira, 29 de março de 2011 a 12:08 na categoria Notícias.

ATUALIZANDO EM 26 MARÇO 2011.

SP = Trânsito é um dos principais problemas do município

Trafegar pelas ruas da cidade, principalmente nos bairros de Alphaville e Tamboré, em horários de pico, é uma dura tarefa. Frota flutuante é uma das causas


Erica Celestini
( cotidiano@webdiario.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email )

Nem tudo que o desenvolvimento econômico traz é vantagem. Hoje, um dos principais problemas registrados em Barueri é o trânsito caótico, fruto da combinação da vinda de novas empresas para a cidade e sua população flutuante com o crescimento da própria frota.

Um bom exemplo disso são os bairros de Alphaville e Tamboré, que unem pólos industriais a condomínios residenciais. Essa soma representa, na prática, milhares de veículos parados, nos horários de pico, em suas alamedas. Os dois bairros são os que mais sofrem com congestionamentos, na cidade, das 6h30 às 9h e das 16h às 20h. Nesses períodos, segundo dados do Demutran (Departamento Municipal de Trânsito), cerca de 70 mil veículos circulam pela cidade, boa parte formada por uma frota flutuante de automóveis e caminhões que tem como destino as empresas de Alphaville e Tamboré. Esse número é mais que a metade da frota total da cidade, que soma aproximadamente 120 mil veículos. O resultado são congestionamentos principalmente nas alamedas Piracema e Araguaia, na rotatória do Residencial 1, entre a alameda Mamoré e a avenida Eugênio Takaoka (antiga av. Alphaville), e na saída de Tamboré, sentido Carapicuíba.

Outros “vilões”, nesse cenário, são os veículos pesados, que utilizam a cidade como acesso à rodovia Castelo Branco e ao Rodoanel, carregados de produtos das empresas instaladas nos pólos dos dois bairros.

Frota

Enquanto os veículos de fora não param de chegar, os da cidade crescem em ritmo alucinado. A frota de veículos emplacados no município passou de 105 mil para 118,1 mil entre 2009 e 2010, de acordo com levantamento atualizado em fevereiro pela fundação Seade. Isso representou mais de 13 mil carros, motos, caminhões e ônibus “injetados” nas ruas da cidade em um período de apenas 12 meses.

Para complicar ainda mais essa situação, o mesmo levantamento da Fundação Seade mostra que Barueri tem o maior índice de motorização da região Oeste da Grande São Paulo. A cidade conta com 1 veículo para cada 2,03 habitantes, contra uma média de 1 veículo para cada 3 habitantes no Estado.


Solução para o problema passa por novo acesso à Castelo Branco

A Prefeitura de Barueri elaborou um plano para combater os congestionamentos na região de Alphaville e Tamboré. E ele passa por duas obras que dependem de acertos com o governo do Estado, em termos de autorização, já que os custos serão arcados pela administração municipal.

A primeira delas já recebeu sinal verde. Ela envolve a construção de um novo trevo de acesso da rodovia Castelo Branco ao Tamboré. “Nesta primeira fase, vamos construir uma nova saída à Castelo Branco, entre os trevos da alameda Rio Negro e avenida Piracema, com investimento estimado de R$ 4,5 milhões, orçado pela Viaoeste (empresa concessionária da rodovia)”, explicou o prefeito Rubens Furlan a empresários, em reunião para apresentação do projeto realizada no último dia 14.

A saída será construída na continuação da avenida Silvio Honório Álvares Penteado, nova via entre a alameda Araguaia e avenida Marcos Penteado, e seu processo de contratação já foi iniciado.

“Devemos começar a construí-la em aproximadamente dois meses”, disse Furlan.

A Prefeitura de Barueri também tem um projeto para uma nova entrada ao Tamboré, no mesmo local. “Este projeto ainda está parado na Artesp, e eu devo ter uma audiência com o governador Geraldo Alckmin para acelerar esse processo. Também vamos assumir esta obra, orçada pela Viaoeste em R$ 30 milhões, e que inclui a construção de um viaduto”, adiantou Furlan. “Queremos iniciar esta segunda etapa ainda este ano, e acreditamos que boa parte dos problemas de trânsito na região vão se resolver com estas duas obras”, complementou o prefeito.

Estudo

Outra ação da prefeitura foi a contratação de uma empresa especializada em engenharia de tráfego para fazer uma análise sobre cinco pontos considerados problemáticos em Barueri, em relação ao trânsito, sendo quatro deles em Alphaville.

“Este estudo de tráfego virá com sugestões de melhorias, e vamos acatar e executar todas que estiverem ao nosso alcance”, afirmou Furlan aos empresários.

Obras

A região já foi alvo de outras obras visando a melhoria do trânsito. Dentre elas estão a remodelação da alameda Araguaia e da avenida Piracema; a reconfiguração do cruzamento entre elas; o alargamento da avenida Piracema no trecho em frente ao Shopping Tamboré; a construção da Via Parque; a construção da avenida Silvio Honório Álvares Penteado; a complementação do prolongamento da avenida Pirambóia, entre Alphaville e Tamboré; a implantação da 3ª faixa da avenida Alphaville e 4ª faixa na alameda Rio Negro; a construção da passarela “estaiada” na alameda Rio Negro, na altura da alameda Tocantins; a passarela metálica da avenida Piracema, em frente ao Shopping Tamboré; a reconfiguração da praça Yojiro Takaoka; a implantação de baia (recuo para parada de ônibus) na alameda Rio Negro; a reforma de calçadas na alameda Rio Negro, nos dois sentidos; a implantação do viaduto da avenida Ceci sobre o Rodoanel; e a construção e remodelagem de acessos e retornos em vária vias da região.

Além disso, estão em andamento obras de implantação da passagem subterrânea na alameda Rio Negro; e a construção de uma nova ponte sobre o rio Tietê, ligando a Aldeia de Barueri com Alphaville .

Diário da Região
26-03-11
ALAGAMENTO COMPLICA AINDA MAIS O TRANSITO.










Avenida alaga e prefeitura desvia tráfego no Tamboré
Atualizado: 24/03/2011 23:04

Interdição de avenida durou 45 minutos, mas foi suficiente para complicar mais

Renata Gomes


Na última sexta-feira, 18, Alphaville e Tamboré vivenciaram o caos. Isso porque, houve alagamentos na avenida Piracema, em frente ao shopping, levando a Prefeitura de Barueri a interditar o trecho e desviar o tráfego, o que provocou congestionamentos nos dois bairros. A chuva foi mais intensa no final da tarde, justamente no horário de saída dos trabalhadores.

De acordo com o secretário de Assuntos de Segurança, Edson Santos, também responsável pela Defesa Civil, a interdição do cruzamento da Araguaia com a Piracema durou exatos 45 minutos. Depois, para complicar ainda mais a situação, Carapicuíba, para onde segue a maioria dos veículos que saem pela Piracema, apresentou problemas nos semáforos e o trânsito voltou a ficar complicado até a chegada dos agentes daquela cidade.

A prefeitura informou que o trânsito foi interrompido na alameda Araguaia, por volta das 17h30 de sexta. Isso para evitar que os veículos trafegassem na via alagada. O tráfego foi desviado para a avenida Sylvio Honório Álvares Penteado, que liga a Araguaia à avenida Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, na altura da avenida Tucunaré.

A alameda Caipós também precisou ser interditada no trecho entre a alameda Araguacema e a avenida Ceci devido ao alagamento na via. A prefeitura informou que a Defesa Civil atendeu todos os chamados. Por volta das 19h30, a intensidade da chuva diminuiu e a equipe de Secretaria de Serviços Municipais iniciou o trabalho de limpeza da alameda. Por volta das 21 horas, o trânsito no Tamboré estava quase normalizado.

Transtornos

Os funcionários das empresas instaladas na alameda Araguacema esticaram o expediente para evitar o trânsito. O gerente do restaurante Grillarica, Claudovan Vieira de Souza, disse que a empresa não foi prejudicada, mas a saída dos funcionários sofreu alterações. “Quem mora na região resolveu ir a pé, pois o trânsito estava muito intenso. O restaurante não sofreu nenhum prejuízo, porém os que costumam ir embora de ônibus acabaram não saindo em seus horários normais, ficando cerca de uma hora esperando o temporal passar” disse.

O temporal também prejudicou os funcionários da Cless Cosméticos. “Como temos um galpão elevado, a empresa não foi atingida. Mas a saída dos funcionários ficou bloqueada e alguns optaram por ficar na empresa para não enfrentar o trânsito e a chuva intensa. O expediente de sexta-feira normalmente é encerrado às 17h, mas alguns ficaram até as 19h”, disse o gerente de marketing, Bruno Weiers.

A mesma dificuldade tiveram os funcionários da Alpha Pack, também na Caipós. “Não tivemos prejuízos dentro da empresa, mas a saída foi bem difícil”, relatou a auxiliar de departamento Valquiria Moreira Chacon.

No mês de fevereiro, a Defesa Civil de Barueri atendeu 168 ocorrências superando os números registrados no mesmo período de 2010. As fortes chuvas foram os principais motivos para esse aumento, segundo a Defesa Civil. Grande parte das ocorrências envolveram casos de infiltração, rachaduras, deslizamento de terra e alagamentos. No início do mês também houve alagamentos na região central, que ficou praticamente submersa.



ALPHAVILLE TERÁ SISTEMA DE SEMÁFOROS.
terça-feira, 29 de março de 2011

Aconteceu na segunda-feira, 21, a reunião entre técnicos da Prefeitura de Barueri e a Brascontrol, empresa contratada para efetuar um estudo e apresentar alternativas ao trânsito do bairro de Alphaville e Tamboré.

A Brascontrol sugeriu a implantação de sistema semafórico em quatro pontos do bairro, para garantir maior fluidez: rotatória do Residencial 1 e nos cruzamentos da alameda Mamoré com a avenida Alphaville; alameda Purus com alameda Madeira; e alameda Tocantins com a alameda Rio Negro.

O secretário de Assuntos de Segurança, Edson Santos, responsável pelo Demutran (Departamento Municipal de Trânsito), disse que a medida deverá organizar o fluxo e aumentar a fluidez, já que nesses pontos, muitos motoristas fecham uma das vias para ter acesso a outra. “Hoje, o cruzamento da Tocantins com a Rio Negro recebe, em média, 3.6 mil veículos por hora. Com os semáforos, essa vazão aumenta para 5 mil veículos/hora”, explicou.

Além da ampliação dos semáforos pelo bairro, o estudo também sugere a recontagem de tempo do semáforo instalado no cruzamento da avenida Piracema com a alameda Araguaia. Isso porque, ali, há um privilégio para quem está na Piracema, que fica congestionada pelo número de veículos e também como reflexo de Carapicuíba.

As mudanças serão implantadas até o dia 30 de abril. Os semáforos serão inteligentes, permitindo que agentes de trânsito façam mudanças para atender à demanda local. “Às vezes, há uma inversão no trânsito, então, os agentes farão o monitoramento e manterão os semáforos de acordo com a demanda”, disse o secretário.

Ele informou ainda que a Brascontrol irá apresentar a segunda parte do estudo, que é justamente do trânsito formado por quem seque para Carapicuíba, no dia 12 de abril. “A partir dele faremos novas alterações”, antecipou.

O secretário ressaltou que essas mudanças vão se somar aos investimentos da administração pública. “O prefeito Rubens Furlan já anunciou que irá construir o novo viaduto de acesso à rodovia Castello Branco. As obras devem começar em dois meses. Ele ainda quer construir um sistema viário a partir da Tucunaré. Isso permitirá que o trânsito de Santana de Parnaíba seja desviado para a Tucunaré e tenha acesso direto à Castello, sem passar pelo entorno do Centro Comercial, como Rio Negro e Araguaia”.

Para ele, essas mudanças vão aliviar bastante o trânsito intenso de Alphaville e Tamboré. Com relação ao rodízio de caminhão, também em estudo, não será implantado de imediato. “Vamos ver como fica o trânsito”, disse.

Fonte: Folha de Alphaville



FURLAN FALA A EMPRESÁRIOS SÔBRE O TRANSITO.
A empresários, Furlan fala sobre obras do Programa “Alphaville Trânsito Melhor”
Posted: março 17, 2011 by jrholanda
Prefeito de Barueri Rubens Furlan(PMDB) em seu gabinete com empresários: prefeito falou sobre trânsito



Em reunião com cerca de 20 empresários de Barueri na segunda-feira, 14, o prefeito Rubens Furlan teve oportunidade de falar sobre a programação de obras que a Prefeitura deve cumprir em Alphaville/Tamboré, com objetivo de melhorar o tráfego local. Denominado “Alphaville Trânsito Melhor”, o programa prevê, entre outras ações, a construção de um novo trevo de acesso da rodovia Castello Branco ao bairro do Tamboré.

Trata-se de um complexo viário, cuja primeira etapa já tem o aval do Governo do Estado – já que para obras que envolvam a rodovia Castello Branco há necessidade de análise e aprovação por parte da Agência Reguladora dos Transportes Públicos de São Paulo (Artesp). A Prefeitura de Barueri vai assumir todos os custos.

“Nesta primeira fase, vamos construir uma nova saída à Castello Branco, entre os trevos da alameda Rio Negro e avenida Piracema, com investimento estimado de R$ 4,5 milhões, orçado pela Viaoeste (empresa concessionária da rodovia)”, explicou Furlan aos empresários.




CARAPICUIBA- SP
Quinta-feira, 10 de Março de 2011 - 02:45
Trânsito complicado no Tamboré e alphaville

O trânsito nos bairros de Tamboré e Alphaville nos horários da manhã, tarde e noite está caótico, e acredito que em parte por causa do mal planejamento, falta de sinalizações, retornos mal feitos e pelo pequeno número de agentes de trânsito em serviço, um exemplo grotesco é os veículos que vão para o Alphaville, depois que atravessam a estreita ponte por cima do rio, próximo ao Shopping Tamboré , seguem pela avenida Piracema, nesta avenida, eles tem que fazer um retorno, para poderem entrar na alameda Araguaia, acontece que quando fazem o retorno, pegam um pedaço da Piraçema (voltando) no sentido de quem vai para Carapicuiba/Osasco, ai, em um determinado pedaço da Piraçema se misturam todos, quem vai para Alphaville, Carapicuiba, Osasco, etc... é coisa de louco.
Gostaria de convidar o ilustre prefeito Furlan para dar umas voltas pelos bairros de Tamboré e Alphaville nestes horários mencionados e prestar bastante atenção ao sofrimento de todos que trabalham, estudam e moram nestes lugares ou que passam por ali.


OUVINTE JOVEM PAN - 10 DE MARÇO DE 2011.

Pedro reclama com a falta de sinalizações no Tamboré e alphaville
10/março/2011 por Ouvinte Jovem Pan
Trânsito complicado no Tamboré e alphaville.

O trânsito nos bairros de Tamboré e Alphaville nos horários da manhã, tarde e noite está caótico, e acredito que em parte por causa do mal planejamento, falta de sinalizações, retornos mal feito…


JORNAL : ESTADÃO 27 / FEVEREIRO / 2011

Boom de escritórios, que cresceram 750% em 8 anos, lota lojas, ruas e restaurantes de residenciais que antes atraíam pelo sossego
27 de fevereiro de 2011 | 0h 00
Alameda rio Negro. por volta do meio-dia e nos horários de pico da manhã e da noite, há filas de carros por todos os lados: para moradores, a infraestrutura não acompanhou o crescimento

Bruno Tavares e Rodrigo Brancatelli - O Estado de S.Paulo

"Cemitério dos vivos." Era assim - com esse, digamos, carinhoso apelido - que a dona de casa Elaine Prado chamava Alphaville quando se mudou para a região, há cerca de 18 anos, com marido e dois filhos. "Não tinha nada, absolutamente nada, um sossego, só mato e casas", lembra, com um sorriso irônico no rosto, enquanto faz compras às 15 horas de uma quarta-feira. Atualmente, esse é justamente o único horário que ela consegue ir ao supermercado.


Alameda Rio Negro meio-dia e nos horários de pico da manhã e da noite, há filas de carros por todos os lados: para moradores, a infraestrutura não acompanhou o crescimento.Ir ao shopping ou ao centro comercial de Alphaville de manhã ou no fim da tarde virou tarefa impossível para Elaine. Restaurante de dia de semana? Também nem pensar. "Agora tenho de seguir o horário dos outros, porque aqui virou um inferno. Já às 7 horas está tudo parado; na hora do almoço, ninguém anda; no fim do dia, vira um estacionamento de carros", resume ela, já sem o menor sinal de sorriso. Após 18 anos morando no "cemitério dos vivos", na ironia das ironias, Elaine quer agora fugir de toda essa confusão e voltar para São Paulo.

Um passeio por Alphaville, no município de Barueri, a 26 quilômetros da capital, basta para atestar o fenômeno. O bairro criado para ser cópia dos subúrbios americanos está virando uma espécie de Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, com seus prédios espelhados, torres residenciais e espigões empresariais. Com o inchaço do loteamento e de seu entorno nos últimos anos e a atração dos incentivos fiscais, diversas empresas se mudaram para a região. Para se ter ideia do cenário, o setor de imóveis corporativos já cresceu 750% desde 2003.

Hoje o número de pessoas que saem diariamente de Alphaville para trabalhar em São Paulo já é quase igual ao de moradores da capital que se deslocam a Alphaville para trabalhar na região. Só que a estrutura do bairro não acompanhou esse ritmo - como pode ser visto pelos congestionamentos e filas em restaurantes, lojas, bancos, supermercados e farmácias.

Moradores mais antigos lembram com certo saudosismo de quando algumas praças da região ostentavam uma placa em que se lia: "Não faça surgir em Alphaville as razões que fizeram você sair de São Paulo." O pedido não deu resultado. Com a saturação de sua estrutura, Alphaville vai se transformando em um exemplo de como o desenvolvimento sem planejamento acaba com a qualidade de vida dos moradores.

São 12h50 da quarta-feira e já não há mais vagas no valet de vários restaurantes da Avenida Rio Negro, uma das principais artérias da região. Fifties, Galeto"s, Almanara e outras redes de lanchonetes estão abarrotados. O trânsito é idêntico ao dos Jardins, da Avenida Paulista, da Brigadeiro Faria Lima. No horizonte, gruas trabalham sem parar na construção de dezenas de prédios - muitos espelhados, outros de estilo neoclássico, que imitam os da capital. É como se o "american way of life" tão propagado de Alphaville tivesse definitivamente se rendido ao "paulistano way of life".


MATÉRIA NA INTEGRA.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110227/not_imp685068,0.php

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
ALPHACAOS




Alphaville em 2007. Hoje, quatro anos depois, está pior. Foto Fernando Figueiredo Linhares Piva de Albuquerque Schmidt
Hoje, no Facebook, participei de uma discussão sobre o horroroso trânsito de Alphaville. O problema é crônico e tende a piorar cada vez mais, se é que tem como piorar. A discussão passava inclusive pela velha tese de separação municipal do bairro Alphaville dos municípios onde ele está situado (nem distrito é), ou seja, Santana de Parnaíba e Barueri.

Alphaville: da vida calma ao pesadelo de trânsito e filas
Criado em 1974 por iniciativa da Construtora Albuquerque Takaoka, a mesma que construiu diversos prédios na Capital no final dos anos 1960 e início dos 1970 e que também construiu diversas estações ferroviárias na Alta Sorocabana dez anos antes disso, o Alphaville foi criado para ser um paraíso. E até foi, mas por pouco tempo. Já em meados dos anos 1980 havia diversos problemas, como falta de água, falta de luz, falta de esgoto, excesso de pernilongos, falta de infraestrutura. Depois, veio o problema do excesso de trânsito na Castelo Branco, que não aguentou o rojão. Finalmente, resolvidos (só em parte) vários dos problemas citados acima, veio o que é od e mais difícil solução: o trânsito caótico, causado pelo excesso de construções, residenciais horizontais e edifícios de apartamentos e escritórios numa quantidade para a qual o traçado viário do bairro não estava preparado.

O problema já se arrasta por diversos anos. Já foram colocados alguns semáforos (poucos), construídos dois túneis, alguns pequenos viadutos, avenidas foram alargadas (no que dava para alargar), agora uma passagem subterrãnea que não fica pronta nunca, além de uma passarela que pouca gente usa... e nada de resolver. Para piorar, permitiram a construção de um shopping center - griffe Iguatemi - na entrada do bairro junto à Castelo Branco, o que vai pôr a pá de cal no trânsito horroroso que já se prolonga praticamente pelos dias inteiros e entra pelo início das noites.

Não há planejamento, somente a ganância para ganhar dinheiro. Prédios são construídos em locais onde jamais se sonharia que eles aparecessem. As ruas não dão mais conta do fluxo de tráfego. Por que? Bom, primeiro porque o número de moradores aumenta exponencialmente. O sujeito vem de outro lugares para morar aqui e não analisa a situação a priori. Por exemplo, um conjunto de oito edifícios residenciais está sendo construído entre o residencial Alphaville 4 e o rio Tietê, em frente à foz do córrego da Cachoeira no grande rio. Ora, se muita gente reclama do mau cheiro do rio nas casas que ficam próximas ao rio Tietê já há muitos anos, por que é que se acha que os novos moradores, que ficarão encostados às margem direita do rio, não o sentirão? Afinal, não é para menos que o conjunto de prédios já é chamado a boca pequena de Alpha Cheiro. Outro caso foi a permissão de construção de um conjunto de lojas e escritórios enorme entre o Alphaville 2 e o Alphaville 3 às margens do córrego do Garcia, tapando a visão dos infelizes moradores das casas do Alphaville 3.

A Via Parque, continuação da Marginal Direita do rio Tietê atrás do Alphaville 2, aberta há 3 anos para facilitar o escoamento dos Alphavilles de Santana de Parnaíba e dos Tamborés (a partir do Alpha 3 e do Tamboré 2), corre o risco de entupir de vez quando os prédios que já estão em fase final de construção ao longo da via.

Há vários motivos para o trânsito não andar. Um deles é o escasso número de avenidas em relação ao grande número de edifícios na área fora dos residenciais fechados. Outra é a falta de retornos e de estacionamentos. O motorista vem de sua casa no Alphaville 2, por exemplo, para ir à padaria da alameda Rio Negro e só pode parar no estacionamento já quase saturado particular dela. Não pode, por exemplo, parar do outro lado da avenida para descer do carro e atravessar a avenida a pé para alcançar a padaria porque não há lugar para estacionar em ponto algum da rua (talvez somente às 3 da manhã, quando a padaria está fechada). Então ele tem de avançar até achar um retorno lá na frente do Centro Comercial e voltar. Perderá nisso cerca de dez minutos e será um carro a mais num fluxo de trânsito que precisasse desse carro.






E os ônibus, que em vez de fazerem um percurso o mais retilíneo possível, ziguezagueiam pelas avenidas/alamedas para colher passageiros, fazendo um percurso que deveria levar metade do tempo se fosse feito normalmente? Enquanto isso, agem como filtro de tráfego. Paradoxalmente, o número de ônibus é insuficiente para atender à demanda - e se de repente, a população dos residenciais resolvesse deixar os automóveis em casa para tomar os ônibus, então? Aí, não haveria condução para dez por cento dos usuários...

Qual é a solução, enfim? Não sei. Colocar VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos, ou seja, bondes modernos) nos canteiros centrais das avenidas? Talvez ajudasse, e bem. Proibir a construção de edifícios e shoping centers no bairro? Agora que já há prédios demais, é tarde - mas quem é que tomaria uma posição dessas? Prefeitos? Vereadores? Mas nunca! Demolir o que já existe? Bom para ser contado em contos de fadas.

Ou seja, estragaram Alphaville... e ainda tem gente que acha que criar um novo município resolveria os problemas. Não resolveria, nada. Político é pólítico em qualquer lugar. Como sub-produto, quebraria os dois municípios "castrados", que tem 90% (Barueri) e 75% (Parnaíba) da renda advinda do Alphaville e do Tamboré. Deixe como está e mude-se para Conceição de Monte Alegre, perto de Paraguassu Paulista, um dos locais mais calmos do mundo...

PUBLICADO NO BLOG :

http://blogdogiesbrecht.blogspot.com/2011/02/alphacaos.html
ATUALIZANDO : 08 DE JANEIRO DE 2011.

PREFEITOS DE BARUERI , SANTANA DO PARNAIBA , CARAPICUIBA , POR FAVOR

APROVEITEM O MOMENTO E LEVEM O ASSUNTO AO GOVERNADOR ALCKMIN !!

É ESTRESSANTE VER TODOS OS DIAS O TRANSITO AFUNILANDO - SE NA

DESCIDA DA " ARUANÃ E PIRACEMA " À PARTIR DAS 15 HORAS !!

SOLUÇÕES TEM E PRECISAM SER IMPLEMENTADAS .. ALGUMAS ATÉ A " CUSTO - ZERO "

COMO ?? ORA UTILIZANDO A CRIATIVIDADE , OUVINDO ESPECIALISTAS E

ESTABELECENDO PRIORIDADES COM " PLANEJAMENTO , CONTRÔLES E PRAZOS


 DE  EXECUÇÃO ".




Barueri e Parnaíba ganham 30 carros por dia

Frota de veículos cresce 37% em 4 anos e provoca cada vez mais congestionamentos

Simone Trino

Entre 2007 e 2010, a frota de veículos de Barueri e de Santana de Parnaíba aumentou em 43.841 unidades. O levantamento foi feito a partir dos dados disponibilizados pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), considerando-se sempre o mês de agosto de cada ano.
Neste período, Barueri registrou a maior alta, com 30.769 veículos a mais nas ruas, uma variação de 37,34%. Essa quantidade equivale a 7,6 mil veículos por ano, 641 por mês ou 21 por dia, quase um novo carro a mais no trânsito em cada hora. Em Parnaíba, embora a alta tenha sido de 35,62%, o número de veículos a mais no período representa um aumento de 13.072 carros, sendo 3,2 mil por ano, 272 por mês ou nove por dia.
Nas duas cidades, a maior alta foi constatada nos automóveis, seguidos pelas motocicletas, o que contribui para complicar os congestionamentos diários, enfrentados principalmente por quem segue em direção a Alphaville e Tamboré, bairros que recebem uma frota flutuante estimada em mais de 60 mil veículos/dia – números apurados em abril/2010 pela equipe do Demutran (Departamento Municipal de Trânsito) da Prefeitura de Barueri.
Embora especialistas aleguem que o aumento da frota de veículos nas cidades seja reflexo da economia estabilizada, com os consumidores dispondo de recursos para adquirir bens duráveis, o ponto negativo é que os congestionamentos atingem, principalmente, a qualidade de vida. No Brasil não existe nenhuma estatística sobre o tempo que o motorista perde no trânsito, mas é fato que o horário de rush cresceu. Na capital e região metropolitana, o que era para ser um simples trajeto, já virou uma viagem.
“Antes, o trânsito ficava complicado das 17h30 às 19 horas. Atualmente, você pega congestionamentos na Rio Negro, na Araguaia e na Piracema após as 20 horas. Não sei onde vamos parar”, diz a dona de casa Elvira Mendes, 54 anos. Ela disse ainda que, se pudesse, não sairia nesses horários, só que faz um curso na capital e é obrigada a enfrentar o trânsito.
O mesmo ocorre com quem volta para casa. Morador do Tamboré, o comerciante José Augusto cobra uma solução para os congestionamentos que enfrenta na avenida Piracema. “Demoro mais entre a rodovia Castello Branco e a Marcos Penteado do que entre Osasco e Barueri”, reclama. Augusto diz que a situação só não é pior porque sempre deixa o comércio após o horário de rush. “Faço isso para me livrar dos congestionamentos, mas a cada dia tem ficado pior.”
Especialistas alertam que, nesses casos, não adianta investir em novas vias. A saída é reduzir o número de carros nas ruas, melhorando o serviço de transporte público ou incentivando programas de carona organizada.
Se evitar o trânsito caótico é impossível, resta ao motorista tomar atitudes que vão aliviar o bombardeio de estresse ao organismo. Reagir a xingamentos, fechadas e provocações aumenta a tensão. E é este acúmulo que, a longo prazo, pode fazer mal a saúde.
Especialista em medicina do trânsito, o médico Alberto Sabag explica que, além do estresse, o motorista pode ter doenças. “O estímulo contínuo leva à alterações cardiovasculares, aumento da pressão arterial e o coração acaba batendo mais rápido em uma situação de tensão”, alerta. Na tarde de quinta, um acidente no Rodoanel deixou o trânsito em Alphaville mais complicado.


ATUALIZADO EM 23 DE DEZEMBRO DE 2011.
FOLHA DE ALPHAVILLE.

Furlan aposta em novo trevo para desafogar trânsito
Atualizado: 23/12/2010 22:47

Via estará entre as alamedas Rio Negro e Piracema, dando acesso à Castello

Érison Martins


Oprefeito de Barueri, Rubens Furlan, acredita que a construção de um novo trevo na rodovia Castello Branco deverá melhorar o trânsito em Alphaville e Tamboré nos horários de pico. De acordo com ele, a construção do dispositivo, que estará localizado entre os já existentes nas alamedas Piracema e Rio Negro, será iniciada em 2011.
Segundo ele, a obra deverá ser feita em parceria com a concessionária Viaoeste. “Esse novo trevo vai diminuir muito os gargalos que existem hoje no trânsito”, disse o prefeito, em entrevista à Folha de Alphaville, durante a inauguração da nova sede da Secretaria dos Assuntos de Segurança, no sábado, dia 18 de dezembro. Durante a cerimônia de inauguração, o prefeito ressaltou a queda dos índices de criminalidade na cidade, no comparativo entre os anos de 2006 e 2010, e os investimentos feitos na área de segurança, entre elas a valorização dos guardas municipais, com uma política salarial diferenciada.
Furlan falou ainda sobre o resultados das eleições de outubro, das quais sua filha, Bruna Furlan, saiu eleita deputada federal, e comemorou o sucesso das dobradas com candidatos da região, sem citar o nome do ex-prefeito e deputado estadual Gil Arantes (DEM), com quem chegou a fazer campanha antes do rompimento.
Confira abaixo trechos da entrevista.

Qual é a análise que o senhor faz sobre 2010?
Estou muito feliz por fechar o ano com os investimentos na área da educação, que deram resultados muito bons, na área da saúde também e, principalmente, na segurança, pois entregamos um novo prédio, com monitoramento eletrônico em várias ruas e locais de grande circulação. Prestigiamos também os guardas municipais com uma política salarial bem justa, ou o mais próximo da justiça que pudemos chegar.

Há alguma frustração em 2010, algo que não foi possível completar?
Não. Este ano deu tudo certo. Elegemos a Bruna deputada federal. Tivemos deputados estaduais eleitos, como o Marcos Neves (PMDB-Carapicuíba) e o Celso Giglio (PSDB-Osasco), em dobradas nossas. E o [Geraldo] Alckmin no governo, que será muito bom para a nossa região. Tenho certeza disso.

Qual será o primeiro pedido que o prefeito Rubens Furlan fará à deputada Bruna Furlan?
Já fiz. Pedi a ela que trabalhe muito e honre todos os votos que recebeu no estado. Que ela ande sempre de cabeça erguida, com a sensação de missão cumprida por ter trabalhado com honestidade e muita ética.

O trânsito é hoje o principal gargalo de Alphaville?
O trânsito não é tão ruim. Ele não está bom pelo excesso de veículos, que aumentou muito nos últimos anos. Recebemos um fluxo muito grande de trabalhadores e estudantes diariamente. De repente todo mundo conseguiu comprar carro pelo financiamento e ficou difícil. Mas temos alguns projetos para minizar os problemas, como o novo trevo na Castello Branco entre as alamedas Rio Negro e a Piracema. Isso vai ajudar muito, e vamos fazê-lo ainda em 2011.

Há espaço para abrir novas alamedas e desafogar o trânsito no bairro?
O problema está nessa quadra [entre as alamedas Rio Negro e Piracema]. Quando trava ali, trava tudo. Se eu abrir um terceiro trevo, vai melhorar. O problema é que temos que pegar, na hora de rush, todos os carros que estão em Alphaville e Tamboré e colocá-los na Castello Branco e nas marginais. Com o terceiro trevo, vamos dar mais condição de eles saírem mais rápido, reduzindo os congestionamentos que se formam em alguns pontos.

Novo acesso será executado em parceria

O novo acesso de Alphaville à rodovia Castello Branco já tem o projeto executivo pronto. Ele foi desenvolvido pela Viaoeste, e a obra será desenvolvida em uma parceria entre a prefeitura, a concessionária e o governo do estado, que deverá autorizá-la.
A obra será um mini anel viário. A partir da nova avenida, que faz a ligação entre a Araguaia e a Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, haverá um viaduto de ligação com a rodovia Castello Branco, nos dois sentidos.
“O projeto está lá na Artesp [Agência Reguladora de Transportes], com o meu pedido de ligação daquela nova via com a Castello, nos dois sentidos: saindo do Tamboré e entrando também. Se nós fizermos este trevo, ficamos com 5: Mutinga, Piracema, este da Marcos Penteado caindo na Tucunaré, uma na Rio Negro e outra na Xingu”, explica o prefeito de Barueri, Rubens Furlan.
Após a Viaoeste executar o viaduto (ligação com a Castello), a prefeitura fará o com­plemento da obra. “A minha obrigação será fazer um viaduto sobre a Araguaia com a Tucunaré, para que não haja cruzamento de fluxo.”
Esse não é o único projeto. De acordo com o prefeito, outra obra absolutamente necessária, por conta do desenvolvimento que vem ocorrendo, é a extensão da Via Parque. “Quero levar a Via Parque até a Lagoa do Bacuri, contornando por trás do Residencial 4 e encontrando com a Yojiro, fazendo por baixo uma rotatória”, completa.
O novo acesso, se for autorizado pelo governador Geraldo Alckmin, que assume em janeiro, tem início no primeiro trimestre do ano.



DEMUTRAN APLICA 1,5 MIL MULTAS POR MÊS EM ALPHAVILLE E TAMBORÉ.

Atualizado: 02/12/2010 23:11

Em 2010, entre janeiro e outubro foram 16 mil autuações de trânsito

Fôlha de Alphaville - Simone Trino

Balanço da Secretaria dos Assuntos de Segurança de Barueri mostra que entre janeiro e outubro deste ano foram aplicadas 15.540 multas de trânsito em Al­phaville e Tamboré. Em toda a cidade foram 22.349 autuações.
Dois motoristas desrespeitando as regras de trânsito por hora. Esse é o retrato de Alphaville e Tamboré, onde mais de 1,5 mil motoristas foram autuados pelos agentes do Demutran por mês.
De acordo com o órgão, estacionar em local proibido é a principal infração, seguida por avançar sinal vermelho e conversão proibida. Para tentar reduzir os números da infração campeã é que a prefeitura implantou a Zona Azul em um trecho da alameda Madeira. Embora sejam menos de cem vagas para a rotatividade dos motoristas, cerca de 700 veículos/dia se beneficiam da medida. A Zona Azul poderá ser levada para outras vias, mas depende da conclusão de um estudo.
Além da falta de vagas para estacionamento, os bairros também registram um volume muito grande de veículos flutuantes, ou seja de pessoas que se dirigem à região para trabalhar ou estudar. Alphaville e Tamboré recebem quase 60 mil veículos flutuantes nos horários de rush.
Entre janeiro e outubro de 2008, os agentes do Demutran aplicaram 6.082 multas de trânsito na cidade de Barueri. Os bairros campeões de infrações também foram Al­phaville e Tamboré, onde as multas atingiram a marca de 3.017 no período, o equivalente a 301,7 autuações por mês. Já no ano passado, também entre janeiro e outubro, foram 16.158 autuações de trânsito nos bairros, ou 1.615 por mês ou 53,86 ao dia.

http://www.folhadealphaville.com.br/artigo/?id=10706

VEJA MATÉRIA :

Trânsito: principal problema do bairro
Atualizado: 23/09/2010 21:56

SIA, AREA e até os prefeitos reconhecem a necessidades de investimentos

Simone Trino


Nos horários de rush pela manhã é como se Alphaville ganhasse a frota de toda a cidade de Sinop (Mato Grosso). São 60 mil veículos a mais, que se somam à frota local. Além do fluxo de veículos – caminhões, ônibus, carros e motocicletas –, ainda há o público flutuante, que beira as 200 mil pessoas/dia.
Os números são relativos a abril/2010, data da última contagem realizada pelo Demutran (Departamento Municipal de Trânsito) da Prefeitura de Barueri, e que já representam uma alta de 13 mil veículos em relação ao mesmo período do ano anterior. Para atender à crescente demanda, são necessários investimentos em infraestrutura, além, é lógico, de medidas para minimizar o impacto na qualidade de vida tanto dos visitantes quanto dos moradores.
Para o presidente da SIA (Sociedade Alphaville Tamboré), César Riccelli, falta planejamento. “Estamos sofrendo perda de qualidade de vida. Alphaville, em Barueri, vive um processo de ocupação acentuada, provocando um verdadeiro caos no trânsito. Se isto já não bastasse, promove-se uma ocupação em direção da divisa de Santana de Parnaíba. Na região das avenidas Sagitário, Ipanema e Copacabana, no 18 do Forte Empresarial, estão sendo construídos edifícios descomunais sem que haja infraestrutura para isso. Construiu-se um viaduto na junção entre as avenidas Alphaville e Yojiro Takaoka para ser um possível acesso a Via Parque, através da avenida Sagitário, mas este escoamento certamente será problemático quan­do todos os empreendimentos que lá estão sendo construídos estiverem prontos”, avalia.
É por isso que ele defende que seja adotado um plano diretor para a região, pensando em todas as necessidades estruturais. “Está na hora de resolver o problema de saneamento básico, despoluindo os principais rios e riachos. É hora de discutir transporte de massa, como o metrô. É preciso construir ma­is escolas públicas, postos de saúde, parques, áreas de lazer, um grupamento de bombeiros. É preciso agir para melhorar a segurança e diminuir o número de acidentes”, ressalta.
Na mesma linha discursa o presidente da AREA (Associação Residencial e Empresarial Alphaville), Paulo César Lemos, o Titi. “Devemos concentrar nossos esforços para planejar e executar novas entradas e saídas para o bairro, como a ligação entre a alameda Tucunaré e a Castello Branco e outra entre a Tocantins e a rodovia.”
O presidente do Conselho Deliberativo do Centro Comercial, José Damião Bueno Lycarião, é outro a engrossar o coro sobre a necessidade de investimentos. “A principal deficiência está nos congestionamentos que atingem proporções paralisantes, com tendência a se agravar. Mas há tempo para investimentos e melhorias.”

Infraestrutura
Projetos existem. O prefeito de Barueri, Rubens Furlan, fala do novo trevo, que fará a ligação entre a Tucunaré e a Castello. “Só no futuro trevo serão entre 4 a 5 mil veículos somente do Residencial Zero, que se utilizarão. Dá para imaginar o sistema de trânsito sem a Via Parque?”, questiona.
De acordo com ele, é preciso dar continuidade ao investimento. “Estudo levá-la até a Lagoa do Bacuri, entrando pela Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, atravessando por baixo dela. Será um alívio para Alphaville e funcionará como uma espécie de mini-rodoanel, com rodagem de 30 mil carros por dia”, ressalta.
O prefeito, no entanto, prefere tratar a questão do trânsito como um problema comum. “Considero que, com o crescimento do bairro, aumentaram alguns problemas. Entre outros, o trânsito e os espaços públicos destinados para estacionamento são questões a serem permanentemente cuidadas.”
O prefeito de Santana de Parnaíba, Silvinho Peccioli, vê o trânsito do bairro como o maior problema, principalmente nos horários de pico. “Investir em infraestrutura viária é uma saída e esta é uma das metas de nossa administração”, garante.

Especialista diz que há saída antes de restrições

Se o trânsito é o principal problema de Alphaville, o bairro não está no seu limite. Há algumas alternativas para melhorar a fluidez sem que seja necessária a implantação de restrições. Quem garante isso é Romeu Bosse, especialista de trânsito e gerente da Bras­control, uma das maiores fabricantes brasileiras de equipamentos e soluções ITS para o gerenciamento do tráfego urbano.
De acordo com Romeu, medidas restritivas – como rodízio de placas – são autoritárias e problemáticas e devem ser adotadas em última circunstância, apenas quando as soluções de com­plexidade simples, médias e altas foram usadas pelo município.
“Soluções simples são medidas para gerenciamento do trânsito, como a sinalização horizontal e vertical. As médias passam por semáforos eletrônicos e estudos de engenharia de trânsito, para a melhoria do transporte coletivo e individual”, explica.
Para ele, essas duas etapas já foram implantadas e funcionam de forma limitada. “O trânsito de Alphaville ganhou outro status, o de trânsito de cidade grande, e agora exige soluções de tecnologia mais avançada, como o ITS (Sistemas de Transportes Inteligentes), construção de novas rotas de acesso à Castello e transporte público mais inteligente”, avalia.
Para ele, antes de tudo, é necessário formar uma equipe multidisciplinar, reu­nindo expertise de pessoas e empresas que têm grande conhecimento sobre trânsito, transporte, leis municipais, mercado imobiliário local e a segurança.
Ele defende alterações na legislação para polos geradores de tráfego. “Empresas, instituições e novos empreendimentos devem ter espaço generoso para estacionamento de seus funcionários e, conforme o impacto causado no trânsito, devem contribuir com soluções efetivas”, diz.
Romeu sugere ainda medidas relacionadas à logística de transportes, como micro-ônibus em Al­phaville, bolsão de estacionamento fora do centro, extensão do sistema ferroviário (trem/metrô), faixa reversível na ponte de Carapicuíba. “Todas as ideias dependem de um estudo. É necessário fazer urgente novas rotas de saídas e melhorar a gestão de trânsito. As soluções de ITS podem melhorar a fluidez e garantir qualidade aos motoristas”, finaliza.

O que é ITS?

ITS é o Sistema de Transportes Inteligentes. Para implantá-lo é feito um estudo de engenharia de trânsito por simulação virtual (a região é digitalizada e inserida em software, que analisa os dados e consegue prever os mais diversos cenários de trânsito e soluções viárias). O sistema conta com uma Central de Controle de Trânsito em Tempo Real (para controlar os semáforos), câmeras com leitura automática de placas (para ser usado, inclusive, na segurança, evitando as blitze com carros de segurança bloqueando parte das vias), lombadas eletrônicas (apenas nos casos onde seja necessária a diminuição de velocidade) e câmeras de monitoramento, para gerenciar o trânsito e atuar caso haja quebra ou acidente de veículos.


VEJA A MATÉRIA : http://www.folhadealphaville.com.br/artigo/?id=4729

ALPHAVILLE E TAMBORÉ REGISTRAM 40 ACIDENTES E 1,2 MIL MULTAS MÊS

Fôlha de Alphaville
Atualizado: 20/05/2010 22:43
Simone Trino

Estacionar veículos em local e horário proibidos lidera o ranking de infrações no trânsito nos dois bairros


Motoristas mais imprudentes ou fiscalização mais acirrada? Está aí a dúvida quanto às infrações de trânsito registradas em Alphaville e Tamboré, nas cidades de Barueri e de Santana de Parnaíba, no primeiro trimestre deste ano. Foram 3.709 autuações, média de 1,2 mil por mês ou 40 por dia.

Os números foram computados pelos departamentos de trânsito das duas cidades. Em Santana de Parnaíba, de acordo com o Comuttrans (Coordenadoria Municipal de Transporte e Trânsito), foram emitidas 392 multas de trânsito no primeiro trimestre. “31,5% dos veículos são licenciados na cidade e 68,5% licenciados em outros municípios. Do total de multas aplicadas, 95,6% foram de veículos particulares, 4,1% de veículos de aluguel, 0,2% de veículos oficiais e 0,1% classificados como outros”, resume a coordenadoria.

O departamento ainda fez um ranking das infrações mais comuns no trânsito. Estacionar em locais e horários proibidos lidera as irregularidades, seguida por transitar em locais e horários não permitidos, dirigir veículo utilizando telefone celular, estacionar veículo na contramão de direção e estacionar sobre passeio/calçada.

Já o Demutran (Departamento Municipal de Trânsito) da Prefeitura de Barueri informa que no primeiro trimestre foram emitidas 3.317 multas de trânsito. A mais comum, de acordo com o órgão, refere-se a estacionar em local e horário proibidos. No ranking de infrações aparecem ainda, conversão em local indevido, transitar em velocidade acima da permitida e dirigir usando o telefone celular.
Mesmo com os números altíssimos, os dois departamentos alegam que as autuações têm por obje­tivo alertar o motorista e manter o trânsito o mais organizado possível. “Se deixarmos, alguns mo­toristas aproveitam a falta de fiscalização e abusam”, explica Edson Santos, secretário de Assuntos de Segurança e responsável pelo Demutran de Barueri.

De acordo com ele, muitos motoristas só são reeducados com a multa, porque sentem no bolso. Ele dá como exemplo a alameda Madeira, onde há o bolsão de estacionamento. Nessa via, vários motoristas ficam em fila dupla aguardando a liberação de vagas. “Vez ou outra, os agentes do Demutran precisam disciplinar o trânsito senão os motoristas usam todas as faixas e atrapalham o fluxo normal”, esclarece.

Ele disse ainda que antes da autuação, o motorista é orientado a procurar outro local para estacionar e evitar ficar em fila dupla. Mesmo com essa fiscalização presente, a alameda Madeira não é a que mais registra problemas relacionados a obediência às regras de trânsito. As campeãs são as alamedas Rio Negro e Araguaia, onde em alguns trechos há placas indicando os horários permitidos para estacionar.

Acidentes


Fica difícil reduzir os índices de acidentes, quando os motoristas insistem em desrespeitar as regras de trânsito. Os números não mentem. No primeiro trimestre do ano, Alphaville e Tamboré registraram 138 acidentes de trânsito, uma média de 40 por mês ou quase dois por dia.

Registros de Barueri e de Parnaíba, confrontados com os atendimentos realizados pela SIA (Sociedade Alphaville Tamboré) e AREA (Associação Residencial e Empresarial de Alphaville), mostram a ocorrência de 43 acidentes com vítima, 81 sem vítimas, além de 14 atropelamentos nos três primeiros meses do ano.

Em Parnaíba, os acidentes se deram, na sua maioria, na avenida Yojiro Takaoka, com 29 casos. Os demais foram registrados na avenida Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, estrada da Bela Vista/ Alpha Norte, avenida América, estrada Paiol Velho, avenida Cid Vieira de Souza, avenida Bom Pastor e avenida Antilhas.

Em Barueri, a concentração de acidentes se deu nas alamedas Rio Negro e Araguaia, além da avenida Piracema, que também registram o maior fluxo de veículos dos bairros.
MATÉRIA NA ÍNTEGRA.

http://www.folhadealphaville.com.br/artigo/?id=9203


TRÂNSITO PREOCUPA MORADORES DE ALPHAVILLE.

Atualizado: 13/05/2010 20:51

Bairro recebe 59 mil veículos no horário de rush pela manhã. Faltam vagas para estacionar e vias começam a ficar saturadas

Fôlha de Alphaville - Simone Trino


Os constantes congestionamentos em Alphaville e Tamboré têm sido alvo de críticas de vários moradores, que ligam ou escrevem à redação da Folha de Alphaville. Eduardo Spaccaquerche, morador de Alphaville há 20 anos, diz que “há uma deterioração constante da qualidade de vida”, já que as ações para equacionar os problemas são demoradas.

Para ele, as passarelas de pedestres em pouco resolveram a lentidão do trânsito. “São pouquíssimos os pedestres que fazem uso da passarela”, ressalta. Eduardo ainda defende a discussão sobre a expansão imobiliária nos dois bairros. “Sabemos que a nossa malha viária não comporta tamanha expansão”, alerta.

José Campos, também morador de Alphaville, chama a atenção para os congestionamentos nos acessos à rodovia Castello Branco. “Não quero criticar a cobrança de pedágio. A minha crítica é com relação aos acessos. Somos obrigados a ficar parados no trânsito. Já está na hora de o bairro contar com outras saídas, outras alternativas”, diz.

Hernandes Salles é outro a criticar a expansão do bairro. “Parece que as soluções são discutidas por pessoas que não convivem no bairro. O ideal seria chamar os moradores para participarem, com ideias, sugestões e também com cobranças”, ensina.

Eles não são os únicos a se incomodar com o constante trânsito em Alphaville e Tamboré, bairros que atraem novos investidores pela infraestrutura, qualidade de vida, respeito ao meio ambiente, mas que estão sofrendo os reflexos do progresso. As prefeituras de Barueri e de Santana de Parnaíba têm atuado para minimizar o problema.

O Demutran (Departamento Municipal de Trânsito) da Prefeitura de Barueri, por exemplo, fez a contagem dos veículos que entram nos bairros nos horários de rush. No período da manhã, são 59 mil veículos, quatro mil a mais do volume registrado no final de 2009. A cada hora são 29,5 mil veículos, que se somam à frota já existente nos bairros.

“A prefeitura está trabalhando muito para fazer fluir o trânsito na região”, disse o coronel Edson Orrin, coordenador de trânsito. De acordo com ele, uma das medidas adotadas são as operações nos períodos da manhã (das 6h30 às 9h) e da tarde (das 16h30 às 20h e especiais no horário de almoço, das 11h30 às 14h, quando 30 agentes de trânsito são posicionados nas rotatórias e nas vias de maior movimento, para ajudar a dar vazão aos tráfego.

Os pontos em Alphaville e Tam­boré que recebem as operações são: Araguaia com Piracema; Tocantins com Juruá; Dr. Dib Sauaia Neto; Rio Negro (em frente à Amil, edifício Ômega e Circus); Araguaia com Tamboré; Mamoré com Araguaia; Fieb; Mack­enzie; Piramboia; ponte Antonio Macedo Arantes; e alameda Purus com alameda Madeira, justamente os pontos onde os motoristas enfrentam lentidão pelo acúmulo de veículos.

Orrin ainda chama a atenção para os investimentos feitos pela administração pública, como semaforização e nova configuração geométrica no cruzamento entre a avenida Pirambóia e alameda Araguaia; alargamento e adequação das alamedas Rio Negro e Araguaia; alargamento da avenida Alphaville; construção da Via Parque; extensão da avenida Piramboia; e construção de baías de ônibus na alameda Rio Negro, sentido Castello Branco.

Futuras obras e projetos também vão ajudar na fluidez do trânsito dos bairros. É o caso da nova ponte sobre o rio Tietê, ligando a Aldeia de Barueri a Alphaville, e conclusão (neste ano) da passagem subterrânea de pedestres na alameda Rio Negro.

LINK :
http://www.folhadealphaville.com.br/artigo/?id=9175
ALPHAVILLE : TRANSITO CAÓTICO E OS

PLANOS DE MELHORIA QUE NÃO SAEM DO

PAPEL !!!

ESTA MATÉRIA DA FÔLHA DE ALPHAVILLE

É DE 2008 , NADA FOI FEITO E O

TRANSITO ESTÁ CADA DIA PIOR ...

OS CONGESTIONAMENTOS COMEÇAM CADA

DIA MAIS CEDO !! A DESCIDA DA

PIRACEMA COM DESTINO À CASTELLO NO

SENTIDO SÃO PAULO E À CARAPICUIBA

ESTÁ " TRAVANDO " ANTES DAS 15

HORAS. ESPERAMOS QUE NOVAMENTE

O ASSUNTO SEJA LEVADO AO FUTURO

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN , POIS

" OBRAS " SÃO NECESSÁRIAS E O

" RIQUÍSSIMO " MUNICIPIO DE BARUERI

PODERÁ ESTAR COLABORANDO NESTA

"SOLUÇÃO " ITAPEVI E JANDIRA , COM

MENOS RECURSOS IMPLEMENTARAM UMA SAÍDA

DE PRIMEIRO MUNDO PARA A CASTELO BRANCO!!

SERÁ QUE TAMBÉM " NÃO PASSOU DA HORA " DE

TRAZER " UM TREM DE CARAPICUIBA ATÉ O

CENTRO DE ALPHAVILLE ??

O EDITOR LMARQUESI ..

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