quinta-feira, 22 de março de 2012
AMBIÇÃO ; PARE DE SE EXIGIR TANTO !
Pessoas ambiciosas não se saem tão bem quanto você imagina.
20 mar, 2012 - 08:03 - por: Cassie Murdoch
Você é do tipo que costuma acordar no meio da noite e conversar mentalmente com você mesma(o) se perguntando se todo o seu esforço para ser bem-sucedido profissionalmente vale tanto a pena assim? Bom, então aqui vai uma boa notícia: não vale. Um novo estudo revela que pessoas ambiciosas não se saem tão bem assim no fim das contas. Elas obviamente estudam nas melhores escolas e universidades, e têm carreiras bem-sucedidas, mas têm níveis baixos de satisfação, além de morrerem mais cedo. Ufa, agora os menos ambiciosos podem se consolar com o fato de que vão acabar numa situação melhor do que aqueles “mui amigos” que perseguem o sucesso a qualquer custo, com o Blackberry sempre em mãos.
Quem foi o gênio que nos presenteou com tão sábia conclusão? Seu nome é Timothy Judge, e ele é professor de Administração no Mendoza College of Business da University of Notre Dame. Em seu artigo, intitulado Sobre o valor das grandes metas: as causas e consequências da ambição (On the value of aiming high: The causes and consequences of ambition), que está para ser publicado pelo Journal of applied psychology, ele nos dá uma ideia melhor de quais são as consequências – tanto positivas quanto negativas – de se ter ambição. Ele revela que a ambição é, de fato, uma característica estranha. Ela não é algo que tem um valor claro e absoluto como, por exemplo, a paciência, mas sim é vista como virtude e vício ao mesmo tempo.
Para estabelecer como esse complicado conceito de ambição nos afeta, o prof. Judge acompanhou 717 sujeitos “altamente talentosos” por um período de setenta anos. Uma vez que as vidas deles mudaram drasticamente desde a infância até a maturidade, ele usou diversos critérios para mensurar a ambição. Muitos participantes do estudo estudaram em excelentes instituições, como Harvard e Yale, mas outros só chegaram a terminar o ensino médio ou cursos universitários de curta duração. O prof. Judge descobriu que, ao fim e ao cabo, a ambição realmente nos move a chegar cada vez mais longe.
Diz ele: “Crianças ambiciosas tinham notas mais altas na escola, e depois entravam em universidades de renome, tinham empregos cobiçados e ganhavam melhor. Assim, parece que eles tinham tudo para sentirem-se plenos”.
É nisso que somos treinados a acreditar, e é assim que provavelmente vamos orientar nossos filhos e netos: se você ralar muito e se sair bem na escola, vai conseguir tudo o que sempre sonhou. Na verdade, a coisa não é bem assim. O professor explica porquê: “Nós determinamos que a ambição tem pouca importância sobre a satisfação que um sujeito tem com a sua vida, e um impacto levemente negativo sobre a longevidade (quantos anos se vive). Desta forma, a conclusão é que as pessoas ambiciosas têm carreiras de maior sucesso, mas isso não se traduz numa vida mais feliz ou saudável”.
Ahá! Devagar se vai ao longe, então. Se a coisa mais importante é sentir-se satisfeito com a própria vida, além de viver pelo maior número de anos possível (desde que dê para aproveitar o que se tem), então por que desperdiçar tanta energia com a ambição? Você pode simplesmente relaxar, se deixar levar e acabar tão bem ou até melhor do que se ficar se estressando o tempo todo com ser bem-sucedido em tudo o que faz.
É claro que a ambição não é sempre uma escolha. Para algumas pessoas, seguir a própria ambição é a única maneira possível de aproveitar a vida. No entanto, para aqueles que não são nem obcecados com o sucesso e nem completos encostados, Deus criou a ioga, as redes sociais, o Twitter, o vinho e um monte de outras coisas que os ajudam a viver o agora e matar o tempo que seria desperdiçado com o trabalho e a busca pelo sucesso. Quando essas pessoas olharem para trás, terão a satisfação de ver os tweets que escreveram, as garrafas de vinho que esvaziaram e a paz que vem com o que de fato realizaram. Enquanto isso, o tonto que tem uma empresa de tecnologia que vale zilhões de dólares e um escritório com vista privilegiada vai ser forçado a contemplar toda a riqueza que acumulou e procurar nela um conforto vazio.
Tradução: Patricia Fincatti
RABINO JONATHAN SANDLER : MORTES NA FRANÇA.
Mortes na França: o rabino Jonathan Sandler e uma vida dedicada a um ideal religioso
Emeline Cazi e Stéphanie Le Bars
Arquivo pessoal/AFP - 22/03/201200h01
Foto de arquivo pessoal mostra Jonathan Sandler; ele foi morto no tiroteio em frente ao colégio judaico Ozar Hatorá, em Toulouse, na França
Eva Sandler estava na janela de seu apartamento, com sua filhinha de 18 meses nos braços, quando a lambreta parou diante do portão da escola, na manhã de segunda-feira (19), pouco antes das 8h. A rua Jules-Dalou, em Toulouse, ainda estava tranquila a essa hora. Os alunos externos chegavam mais tarde. Na calçada, Jonathan Sandler, seu marido, esperava com seus dois meninos mais velhos o ônibus escolar que os levava todas as manhãs à escola Gan-Rachi, a 15 minutos dali. O ônibus logo iria chegar. Mas o homem chegou antes, sacou sua arma e atirou. Atingido uma primeira vez, Jonathan Sandler tentou se levantar antes que o assassino, determinado, atirasse uma segunda vez.
Do alto de sua janela, Eva Sandler viu toda a cena. No chão, cobertos de sangue, os corpos de Jonathan, jovem pai de 30 anos, os de Arieh e de Gabriel, seus dois filhos, e o de Myriam Monsonego, a filha do diretor da escola. Eva nunca conseguirá se esquecer dessas imagens. Ela não tem nem 30 anos. Grávida de seu quarto filho, agora ela é viúva, sozinha com sua filha pequena e esse bebê que ainda não nasceu e que nunca conhecerá seu pai.
O jovem casal morava na escola de Ozar-Hatorah, em Toulouse, desde que chegara de Israel, em setembro de 2011. Criado no departamento de Yvelines, Jonathan Sandler --seu pai, o engenheiro Samuel, é o presidente da comunidade judaica de Versalhes-- havia conhecido Toulouse quando era adolescente, como aluno do mesmo liceu. “Jonathan Sandler era o único interno que não nos aterrorizava quando eu era aluno”, conta Marc Sztulman, que se tornou secretário-geral do Conselho Representativo das Instituições Judaicas (CRIF) da região de Midi-Pirineus.
Residente em Israel
O liceu Ozar-Hatorah goza de excelente reputação, e as famílias preocupadas em transmitir seus valores a seus filhos não hesitam em enviá-los de Paris, Lyon ou Estrasburgo para lá, de forma que eles recebam uma sólida educação religiosa além das aulas.
Os Sandler, que chegaram da Alemanha em 1938 e já há muito tempo estão envolvidos nas instituições da comunidade, fazem parte dessas famílias judias francesas “praticantes, ortodoxas e abertas para o mundo”, como atesta o ex-grande rabino de Paris, Alain Goldmann. Ele assistiu ao bar mitzvah de Jonathan, “abençoou seu casamento” e assistiu à circuncisão dos dois meninos, mortos na chacina de segunda-feira.
Foi depois que concluiu o ensino médio que Jonathan, como muitos jovens praticantes franceses, decidiu aperfeiçoar seus conhecimentos religiosos em Israel e ali se estabelecer. Ele se matriculou em uma yeshiva (escola talmúdica) de Jerusalém. Depois que se casou com Eva, uma jovem originária de Bordeaux, o casal foi morar em Israel, onde Jonathan, professor de religião, preparava jovens francófonos para o rabinato. “Ele realmente seguia um ideal religioso”, conta o grande rabino Goldmann. “Quando ele voltou para a França, até lhe pediram para dar cursos de Talmude em Bordeaux. Ele iria para lá na segunda à noite”.
O jovem religioso, em missão por dois anos na França, havia encontrado com prazer Jacob Monsonego e sua esposa, seus pais “postiços” durante seus anos de colégio, a quem ele havia proposto dar horas de instrução religiosa. “Ele, por sua vez, queria transmitir os valores que havia recebido”, explica Nicoles Yardeni, presidente do CRIF de Midi-Pirineus.
“Ele queria ajudar as crianças com dificuldades a irem bem e conhecerem a Torá”, confirmou sua mulher à imprensa israelense. “Ele dava o melhor de si por essa nobre missão. A única ajuda que peço é para que permaneçam fiéis à Torá. Se vocês cumprirem os Mitsvot [mandamentos judaicos], estou certa de que as almas de meus filhos serão aceitas no paraíso.”
Como pede a tradição judaica, os corpos das quatro vítimas foram colocados no chão, cobertos por uma mortalha branca e velados a noite inteira. Na terça-feira, parentes e amigos se revezaram a manhã inteira para recitar salmos e o Kaddish, a oração dos mortos, em um grande clima de reverência. Mas, às 14h, quando os quatro caixões de madeira clara saíram do refeitório, o pátio do colégio foi tomado por terror com a visão dos amigos de Jonathan, urrando sua dor e agarrando-se ao cortejo como se para conter o inevitável.
“8 anos, 8 anos”, repetia uma mãe inconsolável atrás do carro que levava a pequena Myriam. Transportados até Paris, os corpos deixaram a França na terça-feira à noite para chegar na quarta-feira a Israel. Eles foram enterrados no grande cemitério de Jerusalém ao amanhecer.
Tradutor: Lana Lim
Emeline Cazi e Stéphanie Le Bars
Arquivo pessoal/AFP - 22/03/201200h01
Foto de arquivo pessoal mostra Jonathan Sandler; ele foi morto no tiroteio em frente ao colégio judaico Ozar Hatorá, em Toulouse, na França
Eva Sandler estava na janela de seu apartamento, com sua filhinha de 18 meses nos braços, quando a lambreta parou diante do portão da escola, na manhã de segunda-feira (19), pouco antes das 8h. A rua Jules-Dalou, em Toulouse, ainda estava tranquila a essa hora. Os alunos externos chegavam mais tarde. Na calçada, Jonathan Sandler, seu marido, esperava com seus dois meninos mais velhos o ônibus escolar que os levava todas as manhãs à escola Gan-Rachi, a 15 minutos dali. O ônibus logo iria chegar. Mas o homem chegou antes, sacou sua arma e atirou. Atingido uma primeira vez, Jonathan Sandler tentou se levantar antes que o assassino, determinado, atirasse uma segunda vez.
Do alto de sua janela, Eva Sandler viu toda a cena. No chão, cobertos de sangue, os corpos de Jonathan, jovem pai de 30 anos, os de Arieh e de Gabriel, seus dois filhos, e o de Myriam Monsonego, a filha do diretor da escola. Eva nunca conseguirá se esquecer dessas imagens. Ela não tem nem 30 anos. Grávida de seu quarto filho, agora ela é viúva, sozinha com sua filha pequena e esse bebê que ainda não nasceu e que nunca conhecerá seu pai.
O jovem casal morava na escola de Ozar-Hatorah, em Toulouse, desde que chegara de Israel, em setembro de 2011. Criado no departamento de Yvelines, Jonathan Sandler --seu pai, o engenheiro Samuel, é o presidente da comunidade judaica de Versalhes-- havia conhecido Toulouse quando era adolescente, como aluno do mesmo liceu. “Jonathan Sandler era o único interno que não nos aterrorizava quando eu era aluno”, conta Marc Sztulman, que se tornou secretário-geral do Conselho Representativo das Instituições Judaicas (CRIF) da região de Midi-Pirineus.
Residente em Israel
O liceu Ozar-Hatorah goza de excelente reputação, e as famílias preocupadas em transmitir seus valores a seus filhos não hesitam em enviá-los de Paris, Lyon ou Estrasburgo para lá, de forma que eles recebam uma sólida educação religiosa além das aulas.
Os Sandler, que chegaram da Alemanha em 1938 e já há muito tempo estão envolvidos nas instituições da comunidade, fazem parte dessas famílias judias francesas “praticantes, ortodoxas e abertas para o mundo”, como atesta o ex-grande rabino de Paris, Alain Goldmann. Ele assistiu ao bar mitzvah de Jonathan, “abençoou seu casamento” e assistiu à circuncisão dos dois meninos, mortos na chacina de segunda-feira.
Foi depois que concluiu o ensino médio que Jonathan, como muitos jovens praticantes franceses, decidiu aperfeiçoar seus conhecimentos religiosos em Israel e ali se estabelecer. Ele se matriculou em uma yeshiva (escola talmúdica) de Jerusalém. Depois que se casou com Eva, uma jovem originária de Bordeaux, o casal foi morar em Israel, onde Jonathan, professor de religião, preparava jovens francófonos para o rabinato. “Ele realmente seguia um ideal religioso”, conta o grande rabino Goldmann. “Quando ele voltou para a França, até lhe pediram para dar cursos de Talmude em Bordeaux. Ele iria para lá na segunda à noite”.
O jovem religioso, em missão por dois anos na França, havia encontrado com prazer Jacob Monsonego e sua esposa, seus pais “postiços” durante seus anos de colégio, a quem ele havia proposto dar horas de instrução religiosa. “Ele, por sua vez, queria transmitir os valores que havia recebido”, explica Nicoles Yardeni, presidente do CRIF de Midi-Pirineus.
“Ele queria ajudar as crianças com dificuldades a irem bem e conhecerem a Torá”, confirmou sua mulher à imprensa israelense. “Ele dava o melhor de si por essa nobre missão. A única ajuda que peço é para que permaneçam fiéis à Torá. Se vocês cumprirem os Mitsvot [mandamentos judaicos], estou certa de que as almas de meus filhos serão aceitas no paraíso.”
Como pede a tradição judaica, os corpos das quatro vítimas foram colocados no chão, cobertos por uma mortalha branca e velados a noite inteira. Na terça-feira, parentes e amigos se revezaram a manhã inteira para recitar salmos e o Kaddish, a oração dos mortos, em um grande clima de reverência. Mas, às 14h, quando os quatro caixões de madeira clara saíram do refeitório, o pátio do colégio foi tomado por terror com a visão dos amigos de Jonathan, urrando sua dor e agarrando-se ao cortejo como se para conter o inevitável.
“8 anos, 8 anos”, repetia uma mãe inconsolável atrás do carro que levava a pequena Myriam. Transportados até Paris, os corpos deixaram a França na terça-feira à noite para chegar na quarta-feira a Israel. Eles foram enterrados no grande cemitério de Jerusalém ao amanhecer.
Tradutor: Lana Lim
quarta-feira, 21 de março de 2012
ROBERTO LAUDISIO CURTI DIES AFTER BEING SHOT BY TASER.
Last updated: March 22, 2012
Roberto Laudisio Curti CCTV footage shows fatal Taser Man dies after being shot by T... Brazilian Roberto Laudisio Curti with an unidentified woman.
Picture: Supplied Source: The Daily Telegraph
Man dies after being shot by Taser
A man has died in Sydney's CBD after police shot him with a Taser stun gun.
Brazilian Roberto Laudisio Curti. Died after being tasered by NSW Police on Pitt Street Sydney. Source: The Daily Telegraph
THE uncle of Brazilian student Roberto Laudisio Curti, who died after being Tasered by police in Sydney, says the notion that his nephew was a thief or may have had a pre-existing health condition was inconceivable.
Joao Eduardo Laudisio, a financier from a well-known and powerful family in Brazil, hit at NSW police as the family hired a team of Australian investigators to find out how the 21-year-old student died.
"He has money for everything he wants," said Mr Laudisio, who helped raise Roberto after Roberto's parents died from cancer.
He said he had personally taken Roberto for a thorough health check before Roberto left for Australia last year. Doctors at the hospital, one of the best in South America, had declared him "very healthy".
Roberto had no pre-existing condition that could have been aggravated by Taser jolts or capsicum spray.
At least three police officers fired their stun guns at the unarmed 21-year-old student early on Sunday morning. He stopped breathing soon after he was stunned and hit with capsicum spray.
CCTV footage from Sunday showed up to six officers chasing Roberto. Police said he matched the description of a man they claimed stole a packet of biscuits from a convenience store.
TASER DEATH SYDNEY
Officers at the Sydney CBD street where Brazilian Roberto Laudisio died at the hands of police who shot him with a Taser stun gun on Sunday morning. Picture: AAP
Source: AAP
PROTEST PLANNED
Friends of Roberto, who came to Sydney to learn English and experience Australian life, have planned a protest outside the Australian consulate in Sao Paulo on March 30. They said they plan to dump biscuits at the consulate gates.
DFAT has asked for a briefing and Brazilian consulate officials in Sydney confirmed his family was "extremely wealthy and well connected" and would not let the matter rest.
"They own corporations, financial companies and are involved in the stockmarket," the official said.
"I know they are most disturbed at what has happened and are talking to lawyers. The young man was living with his sister and her husband in Sydney. She is extremely upset at what has happened."
Joao Eduardo Laudisio said reports that Roberto had stolen biscuits were wrong.
"I don’t understand why newspapers put that he is a robber," he said. Roberto was an educated young man who was not desperate in any way.
He also dismissed reports that family members were on the way to Australia, saying that Roberto’s Sydney-based sister, Ana Luisa Laudisio, was handling matters for the family.
TASER DEATH SYDNEY
Forensic police examine the scene. Picture: AAP
Source: AAP
'HOW DID THIS HAPPEN?'
Ms Laudisio works with an international financial and legal consultancy firm DC Strategy in Sydney. Her Australian-born husband holds a prominent position in the banking industry. Neither would comment on the case yesterday.
However, a statement released from the family said: "We are still coming to terms with the sudden and unexpected loss of our beloved Roberto following his tragic death on Sunday morning . . . He was a young man who was much loved by family and his many friends, both in Australia and Brazil, and had a promising future ahead of him. We will all miss him immensely."
Andre Costa, the Brazilian consul in Sydney, told the ABC yesterday: "(Roberto) went out just for fun like any other young male on Saturday night and that happened to him, so the family cannot understand it at all.
"They want to know exactly what happened to this young man, that he was so healthy and a good student, studying at a very good university in Brazil."
A Sydney based friend said: "Roberto's best friend at home is Enrico De La Lastra, the son of the Formula One driver. Enrico was upset when he told her of his death. Everyone is looking for an explanation".
Roberto's death comes almost seven years after another high-profile shooting of a Brazilian overseas.
Jean Charles de Menezes was shot in the head seven times at a London tube station by the police the day after terrorist struck the city.
KILLED OVER BISCUITS
Police had mistaken him for one of the terrorists involved in the bombings but the shooting became controversial because police statements made in the immediate aftermath tried to characterise Mr De Menezes's behaviour on the day as erratic and suspicious.
Roberto studied English at a language school in Bondi Junction and was known to sometimes stay with friends in the beach suburb. He is believed to have come to Australia in the past few months after losing both his parents to cancer but his visa had expired.
His friends have started a website calling for protest action at the Australian consulate in Sao Paulo: "In solidarity with our friend Roberto Laudisio, killed by police in Australia, for an apparent robbery of a packet of biscuits.
We are asking all our friends, and whoever else, to join in a minute of silence at the door of the Australian consulate ... We suggest we all take a pack of biscuits and leave them on the door of the consulate."
Goran Nuhich, speaking for the Australian Embassy in Brasilia, said he was aware of plans for a protest.
"We'll take necessary measures to protect the consulate," he said, adding that he expected the protest would more be in the manner of a vigil than a show of violence
http://www.news.com.au/national/powerful-family-demands-answers-after-taser-death-of-brazilian-roberto-laudisio-curti/story-e6frfkvr-1226305803197
INTERNATIONAL PRESS :
Sydney/NSW
Powerful family demands answers after Taser death of Brazilian Roberto Laudisio Curti
by: Mark Morri From: The Daily Telegraph March 21, 2012 12:00AM
http://www.dailytelegraph.com.au/news/sydney-nsw/powerful-family-demands-answers-after-taser-death-of-brazilian-roberto-laudisio-curti/story-e6freuzi-1226305636135
SAIBA MAIS :
Um taser de IEM, modelo "M-26 TASER", muito utilizado pelo exército dos Estados Unidos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Taser_International
BBC - BRASIL.
Após morte de brasileiro, Austrália pode suspender uso de arma de eletrochoque
Ricardo Calil - De Melbourne para a BBC Brasil
Atualizado em 21 de março, 2012 - 09:31 (Brasília) 12:31 GMT
Versão para impressão .
Arma que dispara eletrochoque de até 400 volts
foi utilizada pela polícia ao abordar o brasileiro
A polícia do Estado australiano de Nova Gales do Sul pode suspender o uso da arma de
eletrochoque taser após a morte do estudante brasileiro Roberto Laudísio Curti, de 21 anos, no
último domingo.
Arma que dispara eletrochoque de até 400 volts
foi utilizada pela polícia ao abordar o brasileiro
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120321_australia_eletrochoque_jp_rc.shtml
YOU TUBE :
MOMENTO EM QUE BRASILEIRO É MORTO NA AUSTRÁLIA.
http://www.youtube.com/watch?v=6hBjGQ2Tu2U
ROBERTO LAUDISIO : MORTE DE ESTUDANTE -
BRASILEIROS REVOLTADOS NA AUSTRALIA.
http://www.youtube.com/watch?v=Zc-Mj-ZSkEc
Roberto Laudisio Curti CCTV footage shows fatal Taser Man dies after being shot by T... Brazilian Roberto Laudisio Curti with an unidentified woman.
Picture: Supplied Source: The Daily Telegraph
Man dies after being shot by Taser
A man has died in Sydney's CBD after police shot him with a Taser stun gun.
Brazilian Roberto Laudisio Curti. Died after being tasered by NSW Police on Pitt Street Sydney. Source: The Daily Telegraph
THE uncle of Brazilian student Roberto Laudisio Curti, who died after being Tasered by police in Sydney, says the notion that his nephew was a thief or may have had a pre-existing health condition was inconceivable.
Joao Eduardo Laudisio, a financier from a well-known and powerful family in Brazil, hit at NSW police as the family hired a team of Australian investigators to find out how the 21-year-old student died.
"He has money for everything he wants," said Mr Laudisio, who helped raise Roberto after Roberto's parents died from cancer.
He said he had personally taken Roberto for a thorough health check before Roberto left for Australia last year. Doctors at the hospital, one of the best in South America, had declared him "very healthy".
Roberto had no pre-existing condition that could have been aggravated by Taser jolts or capsicum spray.
At least three police officers fired their stun guns at the unarmed 21-year-old student early on Sunday morning. He stopped breathing soon after he was stunned and hit with capsicum spray.
CCTV footage from Sunday showed up to six officers chasing Roberto. Police said he matched the description of a man they claimed stole a packet of biscuits from a convenience store.
TASER DEATH SYDNEY
Officers at the Sydney CBD street where Brazilian Roberto Laudisio died at the hands of police who shot him with a Taser stun gun on Sunday morning. Picture: AAP
Source: AAP
PROTEST PLANNED
Friends of Roberto, who came to Sydney to learn English and experience Australian life, have planned a protest outside the Australian consulate in Sao Paulo on March 30. They said they plan to dump biscuits at the consulate gates.
DFAT has asked for a briefing and Brazilian consulate officials in Sydney confirmed his family was "extremely wealthy and well connected" and would not let the matter rest.
"They own corporations, financial companies and are involved in the stockmarket," the official said.
"I know they are most disturbed at what has happened and are talking to lawyers. The young man was living with his sister and her husband in Sydney. She is extremely upset at what has happened."
Joao Eduardo Laudisio said reports that Roberto had stolen biscuits were wrong.
"I don’t understand why newspapers put that he is a robber," he said. Roberto was an educated young man who was not desperate in any way.
He also dismissed reports that family members were on the way to Australia, saying that Roberto’s Sydney-based sister, Ana Luisa Laudisio, was handling matters for the family.
TASER DEATH SYDNEY
Forensic police examine the scene. Picture: AAP
Source: AAP
'HOW DID THIS HAPPEN?'
Ms Laudisio works with an international financial and legal consultancy firm DC Strategy in Sydney. Her Australian-born husband holds a prominent position in the banking industry. Neither would comment on the case yesterday.
However, a statement released from the family said: "We are still coming to terms with the sudden and unexpected loss of our beloved Roberto following his tragic death on Sunday morning . . . He was a young man who was much loved by family and his many friends, both in Australia and Brazil, and had a promising future ahead of him. We will all miss him immensely."
Andre Costa, the Brazilian consul in Sydney, told the ABC yesterday: "(Roberto) went out just for fun like any other young male on Saturday night and that happened to him, so the family cannot understand it at all.
"They want to know exactly what happened to this young man, that he was so healthy and a good student, studying at a very good university in Brazil."
A Sydney based friend said: "Roberto's best friend at home is Enrico De La Lastra, the son of the Formula One driver. Enrico was upset when he told her of his death. Everyone is looking for an explanation".
Roberto's death comes almost seven years after another high-profile shooting of a Brazilian overseas.
Jean Charles de Menezes was shot in the head seven times at a London tube station by the police the day after terrorist struck the city.
KILLED OVER BISCUITS
Police had mistaken him for one of the terrorists involved in the bombings but the shooting became controversial because police statements made in the immediate aftermath tried to characterise Mr De Menezes's behaviour on the day as erratic and suspicious.
Roberto studied English at a language school in Bondi Junction and was known to sometimes stay with friends in the beach suburb. He is believed to have come to Australia in the past few months after losing both his parents to cancer but his visa had expired.
His friends have started a website calling for protest action at the Australian consulate in Sao Paulo: "In solidarity with our friend Roberto Laudisio, killed by police in Australia, for an apparent robbery of a packet of biscuits.
We are asking all our friends, and whoever else, to join in a minute of silence at the door of the Australian consulate ... We suggest we all take a pack of biscuits and leave them on the door of the consulate."
Goran Nuhich, speaking for the Australian Embassy in Brasilia, said he was aware of plans for a protest.
"We'll take necessary measures to protect the consulate," he said, adding that he expected the protest would more be in the manner of a vigil than a show of violence
http://www.news.com.au/national/powerful-family-demands-answers-after-taser-death-of-brazilian-roberto-laudisio-curti/story-e6frfkvr-1226305803197
INTERNATIONAL PRESS :
Sydney/NSW
Powerful family demands answers after Taser death of Brazilian Roberto Laudisio Curti
by: Mark Morri From: The Daily Telegraph March 21, 2012 12:00AM
http://www.dailytelegraph.com.au/news/sydney-nsw/powerful-family-demands-answers-after-taser-death-of-brazilian-roberto-laudisio-curti/story-e6freuzi-1226305636135
SAIBA MAIS :
Um taser de IEM, modelo "M-26 TASER", muito utilizado pelo exército dos Estados Unidos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Taser_International
BBC - BRASIL.
Após morte de brasileiro, Austrália pode suspender uso de arma de eletrochoque
Ricardo Calil - De Melbourne para a BBC Brasil
Atualizado em 21 de março, 2012 - 09:31 (Brasília) 12:31 GMT
Versão para impressão .
Arma que dispara eletrochoque de até 400 volts
foi utilizada pela polícia ao abordar o brasileiro
A polícia do Estado australiano de Nova Gales do Sul pode suspender o uso da arma de
eletrochoque taser após a morte do estudante brasileiro Roberto Laudísio Curti, de 21 anos, no
último domingo.
Arma que dispara eletrochoque de até 400 volts
foi utilizada pela polícia ao abordar o brasileiro
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120321_australia_eletrochoque_jp_rc.shtml
YOU TUBE :
MOMENTO EM QUE BRASILEIRO É MORTO NA AUSTRÁLIA.
http://www.youtube.com/watch?v=6hBjGQ2Tu2U
ROBERTO LAUDISIO : MORTE DE ESTUDANTE -
BRASILEIROS REVOLTADOS NA AUSTRALIA.
http://www.youtube.com/watch?v=Zc-Mj-ZSkEc
segunda-feira, 19 de março de 2012
SYLVIA : DESIGNER DE EMOÇÕES.

ESPECIAL MULHER
Designer de emoções
A mulher por trás da empresária de sucesso
Por: Davi Brandão - Shopping News - São Paulo
Da pacata cidade de nome Barro, no interior do Ceará, para a metrópole paulistana e a consagração no mercado mobiliário, onde detém seis amplas lojas que recebem milhares de pessoas mensalmente. A trajetória empolgante faz parte da biografia de Sylvia de Araújo, popularmente, conhecida como Sylvia Design.
Formada na escola da vida, como fez questão de afirmar durante entrevista exclusiva ao Shopping News, em uma de suas lojas, Sylvia revela que a criatividade e a perseverança contribuíram para saísse da pobreza e chegasse a nobreza. “Me vesti de mulher gato na televisão e sabia que aquilo poderia ser contra ou a favor a minha estratégia de negócios”, disse a empresária que há quase dez anos atrás abria sua primeira loja com um capital de R$ 8 mil e hoje fala de um projeto de expansão e a construção de uma concept store.
Centrada na realização de suas metas, Sylvia não desistiu de desafios. Com a meta de proporcionar condições melhores para seus familiares não somente sonhou em crescer, mas o principal, conseguiu crescer. “As coisas não são fáceis. Tive que arregaçar as mangas e fazer a construção do meu sonho.”
Dona de um carisma invejável, de uma humildade indiscutível, a empresária relembrou durante um bate-papo regado de boas risadas importantes passagens desta trajetória de vida, que serve de exemplo a muitos brasileiros que também buscam a vitória. Acompanhe:
Como e quando acontece sua chegada a metrópole paulistana?
Minha saída do Ceará se deu quando tinha 16 anos de idade. Sempre tive um sonho de vencer para que pudesse proporcionar uma vida melhor para minha família. Tinha uma irmã que morava eu São Paulo, mãe de três filhas e quando uma delas quebrou a perna tive que vir para cuidar dela e logo aproveitei para tomar uma decisão, não voltar para minha cidade natal, pois só retornaria com melhores condições para meus familiares.
Com a decisão você buscou emprego no mercado da cidade?
Sim. Meu primeiro emprego foi na rede Jumbo Eletro. Cheguei lá através do elefante, pois certa vez havia passeado na região central com minha irmã e vi uma placa enorme com o nome da marca. Com 16 anos consegui, pois me acharam ousada. Sempre pensei como patroa e não como empregada. Quando completei 18 anos fui promovida para a sessão de vendas, e certa vez um cliente me disse que eu era muito ousada. Depois fui trabalhar no comércio da Rua Teodoro Sampaio, onde trabalhei em uma loja de vestuário e também em uma loja de móveis onde aprendi muito. Fui correndo atrás de novas oportunidades. Cheguei a ser gerente de uma loja onde aprendi muito. Me encontro no segmento de móveis e adoro o que faço. Não tenho formação acadêmica e sim a graduação da faculdade da vida.
Do Ceará para São Paulo qual foi o primeiro impacto ao cair nesta selva de pedras?
Quando sai de minha cidade tinha 8 mil habitantes. Me lembro que cheguei em maio, de 1986, e estava um frio nessa terra. Não tinha roupa para a estação. Passei pelo Viaduto do Chá, no Centro e via aquele monte de gente indo e vindo. Na minha terra aquela cena só era vista em enterro ou em procissão. Fiquei rodando no meio de todo mundo. Sofri preconceitos, pois era uma nordestina no meio de um monte de gente. Mas quebrei todos os tipos de preconceitos. Adoro essa cidade que me acolheu.
Você comentou sobre as experiências na área de vendas, certo? Mas isso era um sonho ou aconteceu? Tinha na mente antes de sair de sua cidade que queria ingressar neste segmento?
Minha irmã tinha uma quitanda na minha cidade. Eu atendia lá. Sempre fui comunicativa. Acho que humor e vendas estão no meu sangue. Acredito que nasci com o dom de vender.
E quando começou a construção do império Sylvia Design?
Trabalhei por muito tempo e percebi o quanto havia enriquecido muitas pessoas, e logo disse: “agora chegou a minha hora”. Eu conheci o mercado, tinha credibilidade com fornecedores, mas meus recursos eram baixos. Tinha apenas R$ 8 mil para montar uma loja, mas tinha pessoas que confiavam no meu potencial. Comprei móveis para pagar depois de 120 dias. Fiz mídia para acertar depois dos resultados e tudo aconteceu. Depois de dois meses começou a clientela. Logo veio as demais lojas e hoje, talvez, seja uma das marcas mais lembradas.
Onde era localizada essa primeira loja?
Na zona norte, na Ataliba Leonal. Era uma loja pequena, com cerca de 200 metros quadrados. Hoje temos seis lojas, sendo cada uma com mais de mil metros quadrados com um mix de opções.
Qual é o público atendido pela rede Sylvia Design?
Tivemos uma mudança ao longo destes nove anos de história. Começamos com o atendimento a classe C, D e E. Nos últimos três anos, com minha presença na mídia me cobravam a montagem de uma Sylvia Design Prime. E isso foi um sucesso. O público A e B agradeceu a proposta.
E este nome marcante, Sylvia Design, foi uma ideia de quem?
Minha. Tudo que surge na loja eu é quem faço. Sou uma pessoa criativa e sabia que eu representaria bem uma marca, e lógico que deveria trazer o meu nome. Posso te dizer que eu respiro marketing.
Você comentou sobre algum tipo de preconceito ao chegar na cidade. E neste meio de vendas, como foi a aceitação dos profissionais a uma mulher nordestina?
Não foi fácil. Tive que apostar em mim mesmo. Havia chegado de uma cidade pequena, não tinha formação acadêmica. Aprendi que se você tem dinheiro tudo virá fácil, mas eu não tinha um tostão na carteira. Sai da minha terra em um ônibus, com três dias de viagem, comendo farinha. Posso dizer que dei muita sorte nos trabalhos, pois existia um número equilibrado entre homens e mulheres. Talvez um preconceito com relação ao sotaque, ao falar errado. Falo o que as pessoas têm que entender. Posso afirmar que não tenho preocupação com os pontos e vírgulas, mas sim passar uma mensagem. Também “mangavam” (tiravam sarro) das roupas que eu usava. E posso te falar, nunca tive medo de peitar um homem. Sempre fiz melhor.
É uma pessoa que busca desafios?
Sempre. Me dou muito valor. Me amo muito. Hoje parece um sonho quando vejo onde eu cheguei. Estou perto dos meus ídolos, e nunca pensei que um dia estaria entre eles. Isso não tem preço. Sou uma pessoa extremamente feliz e de bem com a vida. Não espero acontecer, mas faço acontecer. Não adianta cruzar os braços, tem que arregaçar as mangas e ir para o desafio. Um exemplo foi me vestir de mulher gato, um verdadeiro mico, mas eu sabia que poderia acertar ou erra na minha carreira. Mas decidi ir para cima. E tudo deu certo, pois meu faturamento explica tudo isso. Sei que o meu jeito agrada.
Como surgiu essa ideia de se vestir de mulher-gato?
Quando comecei a fazer a mídia pensei em me diferenciar em relação aos demais anunciantes. Fiz diversos personagens, mas quando me vesti de mulher gato todos atenderam o pedido e visitaram a loja. Foi um risco que deu certo. E posso antecipar que ela está voltando com toda a força, hein!
Da vida empresarial para a televisão, como aconteceu esse passo artístico?
Adoro televisão. Fazer humor está no sangue. Meus comerciais são todos improvisados. O cearense já nasce com humor. Volto a dizer que sou persistente e quando eu começo a focar em algo eu consigo. Se colocar na meta que estarei em um programa vou até o fim. Quando começou a propaganda da mulher gato e fui convidada a participar do “Programa do Jô”, todas as demais emissoras queriam saber quem era a maluca que fala “meau”. Hoje tenho amizade com muitas pessoas da televisão. Gosto de pessoas iguais ou melhores que eu, pois sempre busco espelhos de vida para novas vitórias.
Entre os aplausos e vaias que estamos sujeitos a receber, você teve uma experiência de uma pessoa que fez críticas em relação a você, no quadro Os opostos se atraem, do programa da Eliana. Como foi isso para você?
Fui verdadeira quando participei do quadro. De repente encontrei uma pessoa que falava mal de mim sem me conhecer. Sempre estou aberta a críticas, mas aquela pessoa não sabia nada de mim. Fui condenada por muitas pessoas, mas mostrei que sou autêntica. Sai como uma vitoriosa, pois passei para ele quem era a Sylvia Design e hoje ele até se tornou um amigo.
Mas quais foram os principais aprendizados após a participação neste programa?
A crítica e a ofensa não têm que ser respondida a mesma altura, mas sim diferente. Hoje eu faria diferente. Aprendi a ouvir com o programa a escutar. Talvez se participasse novamente eu seria mais serena. Também aprendi que ninguém é obrigado a amar ninguém, mas temos que respeitar a opinião de cada um.
E como está sua participação na Escolinha do Gugu?
Atualmente participo do elenco da Escolinha do Gugu, onde fui recebida com muito carinho. Foi difícil, pois fazer comédia não é fácil. Estou aprendendo muito e trago novos aprendizados também para os meus negócios.
Faz parte de seus planos futuros um programa da Sylvia Design na televisão?
Minha prioridade são os negócios. Muitas famílias dependem do negócio que administro e este é o meu foco. Televisão faço por que gosto e faz parte da estratégia de negócios.
E quantas pessoas trabalham nesta rede de vendas?
Não conto aqueles que trabalham indiretamente, e posso dizer que tenho mais de 200 pessoas ligadas diretamente as lojas Sylvia Design. Com nosso projeto de expansão vamos dobrar este número. Até 2015 estaremos com este depósito pronto, que também resultará em uma loja conceito da marca de cerca de quatro mil metros quadrados. O cliente será muito beneficiado, pois ele é o patrão. Posso dizer que este será um novo momento da marca.
Como você acompanha as tendências de seu mercado?
Sempre estou presente nas feiras no Brasil e no mundo. Quando não estou presente sempre está um representante da empresa. Hoje o consumidor está exigente e o mobiliário da casa oferece novas tendências com constância.
Decoração está associado a moda?
Sim. O consumidor busca novidades. Sempre quer trocar os móveis, busca o que está nas novelas, nos filmes.
Esse impulso da economia brasileira foi importante para o crescimento da Sylvia Design? Como sobre os impactos observados em seu negócio diante deste novo perfil de consumidores.
Como disse atendíamos até as classes D e E, e hoje muitos deles pertencem a essa nova classe C.
O consumidor está exigente e nos acompanhamos. Digo que 60% de nossos clientes estão nesta
classe econômica. Um público que compra e paga, pois sempre quer ter o nome limpo para
realizar novas compras. Ele entra na loja para comprar e não somente para ver preços.
Tem dimensão de quantas pessoas passam pelas lojas hoje?
Tenho quase 3 mil clientes consumidores, que sempre renovam algo da casa. Agora de passantes são mais de 10 mil por mês. Muitos vem para me conhecer, outros para ver os móveis. Hoje recebo muita gente. Nos finais de semana nosso movimento é constante.
E com essa vida de fama, como faz para atender a todos, de manter presença em todas as unidades?
Tive que mudar minha rotina de trabalho no último ano. Confesso que entrei numa vida de estresse. Sei que dinheiro é importante, mas a saúde está acima de tudo. Hoje me organizo com horários dedicados a minha família, a viagem, a saúde. Costumo fazer pelo menos uma vez por mês uma tarde de autógrafos. Aliás, meus funcionários me cobram muito.
Quando funcionária você também cobrava a presença do patrão?
Sempre. Cuidava da loja como se fosse minha. Era do emprego que tirava meu salário, que mantinha minha vida. Sempre dei valor, e a cobrança do patrão era necessária, pois tinha que fazer minhas críticas e sugestões, que fazem parte para o sucesso de um bom negócio. O funcionário tem que ser trazido para o negócio, pois não adianta investimentos se eles estão descontentes.
E quais são essas ferramentas?
Primeiro é a mídia. Não tenho dó de gastar com mídia e promoções, pois isso faz parte do negócio. Isso é ferramenta de trabalho. Também tem premiações aos funcionários, cursos, workshops. O funcionário tem que se sentir dono da empresa para brigar pelo negócio. Não gosto da arrogância de dizer que é tudo meu, e sei que não faria sem meus funcionários. O nosso patrão é o cliente.
Qual conselho deixa àqueles que buscam vitórias semelhantes à sua?
É fácil e bom sair da pobreza e entrar na riqueza. Agora tem que tomar muito cuidado para não retornar as origens. Sempre aconselho às pessoas a terem humildade. É possível valorizar as pessoas e aprender a lidar com o dinheiro, pois este não compra amor, paz, saúde. As pessoas não podem ter vergonha do passado, de seus valores.
"O que depender de mim a Sylvia Design será mais ousada do que é. Quero conquistar o mundo", destaca a empresária
http://www.panoramabrasil.com.br/designer-de-emocoes-id83141.html
domingo, 18 de março de 2012
'FORBES : LIDERADO POR EIKE , BRASIL POSSUI 36 BILIONÁRIOS.
O empresário Eike Batista é a pessoa mais rica do Brasil e a sétima do mundo
Dentre as pessoas mais ricas do mundo listadas pela revista americana Forbes nesta semana, o Brasil possui diversos nomes no ranking. Liderado por Eike Batista - o sétimo na classificação geral, com uma fortuna avaliada em US$ 30 bilhões - o País conta com 36 bilionários na tradicional lista da revista americana.
Nomes conhecidos no País, como dos empresários Antônio Ermírio de Moraes (Grupo Votorantim), Abílio Diniz (Grupo Pão de Açúcar) e a família Moreira Salles (Itaú Unibanco), integram o ranking dos mais ricos do mundo, que também conta com alguns brasileiros desconhecidos, como Liu Ming Chung, dono de uma fortuna de US$ 1 bilhão.
Confira as pessoas mais ricas do Brasil:
Eike Batista (empresário) - US$ 30 bilhões
Joseph Safra (banqueiro) - US$ 13,8 bilhões
Antônio Ermírio de Moraes e família (empresário) - US$ 12,2 bilhões
Jorge Paulo Lemann (empresário) - US$ 12 bilhões
Marcel Herrmann Telles (empresário) - US$ 5,7 bilhões
Carlos Alberto Sicupira (empresário) - US$ 5,2 bilhões
Dorothea Steinbruch e família (empresário) - US$ 4,5 bilhões
Aloysio de Andrade Farias (banqueiro) - US$ 4,2 bilhões
Francisco Ivens de Sa Dias Branco (empresário) - US$ 3,8 bilhões
Ana Lucia de Mattos Baretto Villela (banqueira) - US$ 3,6 bilhões
Abilio Diniz (empresário) - US$ 3,6 bilhões
Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (banqueiro) - US$ 3,4 bilhões
Andre Esteves (banqueiro) - US$ 3 bilhões
Antonio Luiz Seabra (empresário) - US$ 2,9 bilhões
Fernando Roberto Moreira Salles (banqueiro) - US$ 2,7 bilhões
João Moreira Salles (banqueiro) - US$ 2,7 bilhões
Pedro Moreira Salles (banqueiro) - US$ 2,7 bilhões
Walther Moreira Salles (banqueiro) - US$ 2,7 bilhões
Rubens Ometto Silveira Melo (empresário) - US$ 2,7 bilhões
Nevaldo Rocha e família (empresário) - US$ 2,5 bilhões
Moise Safra (banqueiro) - US$ 2,4 bilhões
Edson de Godoy Bueno (empresário) - US$ 2,2 bilhões
Maria de Lourdes Egydio Villela (banqueira) - US$ 2,2 bilhões
Lirio Parisotto (investidor) - US$ 2,1 bilhões
Dulce Pugliese de Godoy Bueno (empresária) US$ 2 bilhões
Elie Horn (empresário) - US$ 1,9 bilhão
Jayme Garfinkel e família (empresário) - US$ 1,8 bilhão
Rubens Menin Teixeira de Souza (empresário) - US$ 1,8 bilhão
João Alvez de Queiroz Filho (empresário) - US$ 1,7 bilhão
Guilherme Peirao Leal (empresário) - US$ 1,6 bilhão
José Isaac Peres (empresário) - US$ 1,5 bilhão
Lina Maria Aguiar (banqueira) - US$ 1,4 bilhão
Julio Bozano (empresário) - US$ 1,3 bilhão
Lia Maria Aguiar (herdeira) - US$ 1,1 bilhão
Antonio José Carneiro (empresário) - US$ 1,1 bilhão
Liu Ming Chung (empresário) - US$ 1 bilhão
Portal Terra
09 de Março de 2012 • 11h36 • atualizado 12 de Março de 2012 • 13h17
COMPORTAMENTO - " 8 MENTIRAS " DE CARREIRA QUE VOCÊ CONT PARA SI MESMO.
Especialistas em coaching afirmam que essas desculpas são como obstáculos para que o profissional evite sair da zona de conforto
Camila Lam, de PORTAL EXAME
De acordo com especialistas, o profissional com atitude passiva não pensa na carreira a longo prazo
São Paulo – Comodismo não deve fazer parte do vocabulário de quem quer crescer na carreira. “Quando um profissional se sabota, geralmente é porque não tem um plano B para evoluir profissionalmente”, afirma Mike Martins, diretor executivo da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC).
Para João Mendes de Almeida, coach e consultor de carreira da Vicky Bloch Associados, a tendência das pessoas se acomodarem no emprego é compreensível: para evitar sair da zona de conforto elas criam obstáculos, muitas vezes mentais.
Confira abaixo, algumas frases que, segundo os especialistas sinalizam a auto sabotagem profissional.
1- Não trocarei seis por meia dúzia.
Almeida afirma que o profissional que utiliza este argumento diante de uma nova oportunidade, normalmente, acredita que as empresas de sua área se parecem, quando nem sempre é verdade.
Para os especialistas, é preciso fazer uma pesquisa, conversar com profissionais de outras empresas e colocar no papel as vantagens e desvantagens de cada companhia. Às vezes, há uma oportunidade melhor, mas a iniciativa tem que partir do profissional.
2 - Meu emprego é ruim, mas é melhor do que nada“O desconhecido é difícil, mas esta frase é típica de um profissional que não faz esforço para mudar”, afirma Almeida. De acordo com Martins, é a mesma situação de quando uma pessoa é questionada sobre como vai o emprego. “Com o clássico ‘estou levando’, é possível identificar de que algo está acontecendo”, diz. E que o profissional tem uma postura passiva diante disso.
3 - Não gosto do que faço, mas ganho razoavelmente bem
Típico de quem acha que não conseguirá achar um emprego melhor e demonstra apego ao salário. “Com o tempo, aquela quantia de dinheiro não será mais suficiente e ele estará no mesmo lugar e infeliz”, explica Almeida.
4 - Ficarei aqui temporariamente, daqui a dois ou três anos acontecerá alguma coisa melhor.
Segundo os especialistas, o profissional que aguarda que fatores externos ajudem no plano de carreira corre o risco até de perder seu emprego. Depender de que a empresa mude ou que seu superior saia para você conquistar o cargo não é uma atitude inteligente.
5 - Para mudar de emprego preciso fazer um curso de especialização, mas não tenho nem tempo e nem dinheiro
Para Almeida, neste caso o profissional devia se perguntar o que é viável de acordo com as condições dela. “O mais difícil é a pessoa identificar o que pode fazer para sair daquela situação. Há maneiras de sair do comodismo com cursos online ou bolsas de estudo”, afirma. Martins explica que o profissional que está sempre pensando em várias hipóteses e culpa o chefe e a empresa por não ter oportunidades, tem que parar e listar quais ações são necessárias para alcançar seu objetivo.
6 - Meu chefe não reconhece meus méritos.
Não ser reconhecido no trabalho é um problema. Entretanto, para Martins, essa atitude passiva faz com que o profissional se acostume a culpar os outros.
A frustração, muitas vezes, impede que o profissional avance e dedique a outros projetos e se destaque, em vez de ficar reclamando.
7 - Eu faço meu trabalho bem, um dia as pessoas se lembrarão de mim.
Mais uma vez, de acordo com Almeida, o profissional aguarda um reconhecimento do chefe ou dos colegas de trabalho. Mas alerta: ele não conseguirá isso só esperando “É preciso fazer um marketing pessoal e fazer networking no ambiente de trabalho”, afirma.
8 - Sou bom no que faço, pois atuo nessa área há muitos anos.
Para os especialistas, o profissional que acredita que é bom e que está a salvo pode ser facilmente passado para trás se não “provocar” o mercado.
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/8-mentiras-de-carreira-que-voce-conta-para-si-mesmo?page=1&slug_name=8-mentiras-de-carreira-que-voce-conta-para-si-mesmo
Camila Lam, de PORTAL EXAME
De acordo com especialistas, o profissional com atitude passiva não pensa na carreira a longo prazo
São Paulo – Comodismo não deve fazer parte do vocabulário de quem quer crescer na carreira. “Quando um profissional se sabota, geralmente é porque não tem um plano B para evoluir profissionalmente”, afirma Mike Martins, diretor executivo da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC).
Para João Mendes de Almeida, coach e consultor de carreira da Vicky Bloch Associados, a tendência das pessoas se acomodarem no emprego é compreensível: para evitar sair da zona de conforto elas criam obstáculos, muitas vezes mentais.
Confira abaixo, algumas frases que, segundo os especialistas sinalizam a auto sabotagem profissional.
1- Não trocarei seis por meia dúzia.
Almeida afirma que o profissional que utiliza este argumento diante de uma nova oportunidade, normalmente, acredita que as empresas de sua área se parecem, quando nem sempre é verdade.
Para os especialistas, é preciso fazer uma pesquisa, conversar com profissionais de outras empresas e colocar no papel as vantagens e desvantagens de cada companhia. Às vezes, há uma oportunidade melhor, mas a iniciativa tem que partir do profissional.
2 - Meu emprego é ruim, mas é melhor do que nada“O desconhecido é difícil, mas esta frase é típica de um profissional que não faz esforço para mudar”, afirma Almeida. De acordo com Martins, é a mesma situação de quando uma pessoa é questionada sobre como vai o emprego. “Com o clássico ‘estou levando’, é possível identificar de que algo está acontecendo”, diz. E que o profissional tem uma postura passiva diante disso.
3 - Não gosto do que faço, mas ganho razoavelmente bem
Típico de quem acha que não conseguirá achar um emprego melhor e demonstra apego ao salário. “Com o tempo, aquela quantia de dinheiro não será mais suficiente e ele estará no mesmo lugar e infeliz”, explica Almeida.
4 - Ficarei aqui temporariamente, daqui a dois ou três anos acontecerá alguma coisa melhor.
Segundo os especialistas, o profissional que aguarda que fatores externos ajudem no plano de carreira corre o risco até de perder seu emprego. Depender de que a empresa mude ou que seu superior saia para você conquistar o cargo não é uma atitude inteligente.
5 - Para mudar de emprego preciso fazer um curso de especialização, mas não tenho nem tempo e nem dinheiro
Para Almeida, neste caso o profissional devia se perguntar o que é viável de acordo com as condições dela. “O mais difícil é a pessoa identificar o que pode fazer para sair daquela situação. Há maneiras de sair do comodismo com cursos online ou bolsas de estudo”, afirma. Martins explica que o profissional que está sempre pensando em várias hipóteses e culpa o chefe e a empresa por não ter oportunidades, tem que parar e listar quais ações são necessárias para alcançar seu objetivo.
6 - Meu chefe não reconhece meus méritos.
Não ser reconhecido no trabalho é um problema. Entretanto, para Martins, essa atitude passiva faz com que o profissional se acostume a culpar os outros.
A frustração, muitas vezes, impede que o profissional avance e dedique a outros projetos e se destaque, em vez de ficar reclamando.
7 - Eu faço meu trabalho bem, um dia as pessoas se lembrarão de mim.
Mais uma vez, de acordo com Almeida, o profissional aguarda um reconhecimento do chefe ou dos colegas de trabalho. Mas alerta: ele não conseguirá isso só esperando “É preciso fazer um marketing pessoal e fazer networking no ambiente de trabalho”, afirma.
8 - Sou bom no que faço, pois atuo nessa área há muitos anos.
Para os especialistas, o profissional que acredita que é bom e que está a salvo pode ser facilmente passado para trás se não “provocar” o mercado.
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/8-mentiras-de-carreira-que-voce-conta-para-si-mesmo?page=1&slug_name=8-mentiras-de-carreira-que-voce-conta-para-si-mesmo
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